terça-feira, 6 de agosto de 2013

VITÓRIA DO BOM SENSO

 

 

Cabral desiste de vender Quartel-General da Polícia Militar no Rio

Governador explicou que não teria mais tempo de fazer um novo prédio.
Polícia Militar está no prédio do Centro desde 1831.

Do G1 Rio


 

O governador Sérgio Cabral anunciou nesta terça-feira (6) que desistiu de vender o prédio histórico do Quartel General da Polícia Militar, no Centro, como mostrou o RJTV.

Ele explicou que não teria mais tempo de fazer um novo prédio, e por isso decidiu suspender o contrato de aluguel provisório da corporação. As informações foram confirmadas pela assessoria da PM.

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Uma luta contra a empulhação





        Humberto Pinto Cel




 

OS BALOEIROS BRASILEIROS NO MÉXICO




Festival de Cantoya - México
 
 
 
 
 
        Em nova versão aconteceu o encontro internacional de baloeiros em Paracho com a presença de ilustres brasileiros apreciadores do balão - balão junino.
 
 


 




 
 
 


Cantoya Fest – Vídeos


        Humberto Pinto Cel
 
 
 
 
 

sábado, 3 de agosto de 2013

POR ESSAS...




... E Outras, é que o Povo foi p'ra Rua
 
 
 
Naldinho, Rio de Janeiro, 3ago13
 
 
 
        Lendo Montesquieu encontra-se:
 
"Se pudesse fazer com que todos tivessem novas razões para apreciar seus deveres, seu príncipe, sua pátria, suas leis, que pudessem melhor sentir sua felicidade em cada país, em cada governo, em cada posto em que nos encontramos, acreditar-me-ia o mais feliz dos mortais.
Se pudesse fazer com que os que comandam aumentassem seu conhecimento sobre o que devem prescrever e os que obedecem encontrassem um novo prazer em obedecer, acreditar-me-ia o mais feliz dos mortais.
Acreditar-me-ia o mais feliz dos mortais se pudesse fazer com que os homens se pudessem curar de seus preconceitos. Entendo por preconceito, não o que faz com que ignoremos certas coisas, mas o que faz com que ignoremos a nós próprios".
Montesquieu (1689, 1755)
 
 

 T. dos Anjos, 3ago13


        Pelo balão, no ano 2000, fomos p'ra rua...



 
 
 
O Bem Cultural "balão junino"
 
O "balão junino", que, sem qualquer sombra de dúvida, pertence ao patrimônio cultural brasileiro, está proscrito por ato legislativo ilegítimo,
Art. 42 da Lei 9.605, de 12 de fevereiro de 1998,

Pois o texto desobedece a garantias escritas na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.
  
Esta situação anômala, de flagrante desrespeito aos direitos fundamentais do ser humano, em particular, do brasileiro e contrária à cultura, permanece dando azo a todo um contexto repressivo contra os baloeiros, exacerbado por uma campanha de mídia insidiosa, sustentada em dados falsos ou hipóteses inverossímeis.
  
Tudo começa com esse arranjo improvisado:

Art. 42 Fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação, em áreas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano: Pena - detenção de um a três anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente.
 
...
 
 
 
 
        Mais balões, em 3ago13:
 
 
Corcel Negro 
                                                                                                                                                                                                                                   
 
 
         


 Curtiço . Cirque du Soleil
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 

Os racionais . São Jorge

 
 
 
        Humberto Pinto Cel
 
 
 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

BRASIL, ONTEM E HOJE





 

 

        Diante da histórica manifestação de junho/13,
 
 
 
 
 
        Reedito:

Proclamação da República do Brasil

Nos dias de ontem, os ideais da República:



                                                                                       
Proclamação da República: óleo sobre tela de Benedito Calixto .
                                                                                                 
Acervo da Pinacoteca Municipal de São Paulo . Wikipédia



"A liberdade não é um luxo dos tempos de bonança; é o maior elemento da estabilidade"
Rui Barbosa

 

Nos dias de hoje, resta a esperança de um novo porvir:

"Democracia, forma governativa que tem a virtude como fundamento, a lei como essência e o povo como detentor da soberania - Todo poder emana do povo - parece estar sofrendo a corrosão provocada pelo vício da política ou pela própria corrupção da república. Essa desconsideração dos princípios – a virtude cívil do respeito à lei, indistintamente, lei a que todos devem estar submetidos, do mais simples do povo ao Presidente - facilita o oportunismo e a manipulação do poder, ajustando a estrutura governamental às regras duma oligarquia, com todos os males daí decorrentes: promulgam leis que suprimem a liberdade, cerceiam os costumes, restringem a cultura, embotam o pensamento, mantém privilégios e sobretudo leis que consolidam a desigualdade. E os mecanismos de defesa, para manter o equilíbrio dos poderes, não funcionam, desfigurando e desqualificando irremediavelmente a República".




"Já basta o Brasil estar sangrado pela corrupção. Seu povo vivendo necessidades diante do desperdício dos: "85 bilhões de reais de dinheiro público surrupiados a cada ano poderiam erradicar a pobreza, construir 1,5 milhão de casas - ou comprar 18 milhões de bolsas de grife", que se esvaem pelos ralos das sujeiras, desviados pelos abusos praticados na vida pública brasileira. VEJA, a íntegra está aqui".



                                         T. Ouro Preto . A República . Rio de Janeiro 1980
 

Humberto Pinto Cel




segunda-feira, 29 de julho de 2013

ATO DE VIOLÊNCIA...




Procedimento de risco e criminoso
 
 
 
 
HELICÓPTERO EXPLODINDO BALÃO CURITIBA - PARANÁ 28/07/13


 
 
 
        Humberto Pinto Cel
 

APOTEOSE



O Papa da Linguagem Simples



Missa de 28jul13 - Copacabana - Rio de Janeiro - Brasil
 
 
 
 
 
 
 
 
        Humberto Pinto Cel
 
 
 

terça-feira, 23 de julho de 2013

PAPA FRANCISCO...



... Do Rio de Janeiro, abençoa todos os brasileiros
 
 
 
 
 
"Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo."
 

 
 
 
Atualizado: 22/07/2013 21:51 | Por Jamil Chade / RIO, estadao.com.br
Para o papa, 'juventude está em crise' e corre o risco de 'nunca trabalhar'
Francisco chega ao País em 'momento oportuno', mostra simpatia com protestos de rua, mas diz que veio para um 'diálogo de amigos'
 
Em seu primeiro discurso no Brasil, diante da presidente Dilma Rousseff, de políticos e autoridades no Palácio Guanabara, no Rio, o papa Francisco cobrou educação e meios materiais para que os jovens possam se desenvolver, e deixou claro que sua viagem ganhará forte caráter político. Antes mesmo de desembarcar, ainda no avião que o levou ao Brasil, o papa fez um ataque direto às receitas dos governos para lidar com a crise internacional. E alertou para o risco de se criar uma geração perdida diante da incapacidade de os jovens encontrarem trabalho.
 
 
 
Francisco ainda cobrou os políticos. "A nossa geração se demonstrará à altura da promessa contida em cada jovem quando souber abrir-lhes espaço: tutelar as condições materiais e imateriais para o seu pleno desenvolvimento, oferecer a ele fundamentos sólidos, sobre os quais construir a vida, garantir-lhe segurança e educação, para que se torne aquilo que pode ser", disse o pontífice.
Oficialmente, Francisco viajou ao Brasil para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), mas aproveitará a semana que passará no Brasil para dar indicações do que pretende como papa, fará alertas aos políticos e se reunirá com cardeais para debater a situação latino-americana.
O alerta sobre o impacto da crise mundial foi primeiro dado ainda no avião. Aos jornalistas, revelou sua preocupação com a exclusão social, principalmente no caso dos jovens. "Essa primeira viagem é para encontrar os jovens. Não em isolamento, mas no contexto de suas sociedades", disse. "Quando nós isolamos os jovens, fazemos uma injustiça. Eles pertencem a uma família, a uma cultura, a um país e a uma fé. Não podemos isolá-los da sociedade. Por isso é que quero encontrar os jovens em seu tecido social."
O pontífice continuou: "É verdade que a crise global não tem sido suave com os jovens. Li, na semana passada, quantos deles estão sem trabalho e acho que estamos correndo o risco de criar uma geração que nunca trabalhou", alertou o papa.
Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) apontam que, em alguns países, mais de 50% dos jovens estão sem emprego e, pior, sem perspectiva de trabalho. "A juventude está em crise", alertou o pontífice. "Estamos acostumados com uma cultura descartável. Fazemos isso com frequência com os idosos e, com a crise, estamos fazendo o mesmo com o jovem. Precisamos de uma cultura de inclusão", continuou Francisco.
Para o papa, o problema da exclusão também afeta os mais idosos – e não só os jovens. "É verdade que os jovens são o futuro do povo, porque têm energia. Mas eles não são os únicos que representam o futuro. Os idosos também, porque têm a sabedoria da vida."
'Momento oportuno'
Francisco afirmou que chega ao País em um "momento oportuno", por causa dos protestos, e dá o primeiro sinal concreto de sua simpatia pelos movimentos sociais que ganharam as ruas – ontem, manifestantes tomaram a região central do Rio e houve novamente confrontos.
O argentino, porém, deixou claro que não chegou para desafiar e quer um "diálogo de amigos". Não por acaso, teceu longos elogios ao Brasil e à sua população. "Nesta hora, os braços do papa se alargam para abraçar a nação inteira brasileira, na sua complexa riqueza humana, cultural e religiosa", declarou. "Desde a Amazônia até os Pampas, dos Sertões até o Pantanal, dos vilarejos até as metrópoles, ninguém se sinta excluído do afeto do papa."
Em português e com leve sotaque, o papa brincou durante discurso no Palácio Guanabara, quando se dirigiu aos jovens e usou linguagem pouco habitual para um pontífice. "Cristo bota fé nos jovens", disse, destacando uma das motivações da Jornada. Mas alertou: "Também os jovens botam fé em Cristo". Abusando de expressões, o pontífice chegou a dizer que "os filhos no Brasil são a menina dos nossos olhos".
"Aprendi que, para ter acesso ao povo brasileiro, é preciso ingressar pelo portal do seu imenso coração. Por isso, permitam-me que nesta hora eu possa bater delicadamente a esta porta", discursou. "Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo."
 
 Humberto Pinto Cel