terça-feira, 14 de junho de 2011

TRADIÇÃO DA IGREJA




Santo Antônio no Cachambi



        13 de junho de 2011, bela noite de luar!

        Distante da terrinha, mas com raiz comum, a festa de Santo Antônio no Brasil e em particular na Paróquia Santo Antônio de Pádua e Nossa Senhora da Boa Vista no Cachambi



Foto: Naldinho – observe a posição da lua próxima da cruz.



Aconteceu de acordo com a tradição: pela manhã, às 06h00, alvorada festiva com estampido dos fogos, acordando os vizinhos, com muita alegria, inclusive eu e os meus, distante do local, em linha reta, aproximadamente 700m.

        Alguns podem se chatear com o barulho é questão de humor. No viver é assim: o que agrada a um pode não agradar o outro. A tolerância é necessária, faz parte!

        Às 18h30min, estive presente com o amigo Milton (Cavaca). Igrejinha superlotada. Padre Carlinhos, da Basílica do Imaculado Coração de Maria, faz a homília.




                                   Foto: Naldinho - domingo


        Fomos próximo à bateria dos fogos. Tudo pronto para a queima programada para 21h.




Foto: Naldinho



        Encontramos Naldinho com seu filhinho, conversamos alguns minutos e fomos até a imagem de Santo Antônio postada na parte externa da nave. Fiz uma prece e saímos.

        21h30min o show pirotécnico ilustrou mais uma noite de Santo Antônio no Rio de Janeiro.




                             Foto: Naldinho



        E os balões...



                                                                                              
Foto: Humbertinho 
       

       
           
Foto: Naldinho                                           





        No curso dessa memorável noite de balões em honra a Santo Antônio, até as primeiras horas de 14 de junho, fica a certeza do que disse o nosso poeta e Imortal Austregézilo de Athaide:


“Os balões sobem aos céus
para disputar com as estrelas o esplendor da noite” 
                                                                                                                                                                                         Austregézilo de Athayde

         

        Veja o vídeo aqui


        Humberto Pinto  Cel



sexta-feira, 10 de junho de 2011

A ESPERTEZA E O PODER DE ENGANAR






O Brasil, Sem Igreja, Vive nas Trevas da Devassidão

        
        O estado é laico!

        Esse é o fulcro do embuste. Pouco a pouco os espertos e enganadores que se apropriaram do poder político no Brasil, passado o ciclo dos governantes militares, estão se definindo como a nova força anticristã.

        Os vinte anos de governo militar serviu como a forma que compactou os inimigos da liberdade.

        A partir de 1985 unidos pela causa do domínio ajustaram os objetivos de acordo com seus interesses pessoais e imediatos. Na época, ainda dependentes, não conseguiram construir a Constituição Socialista dos seus sonhos. Mas, apostando nos atributos da Democracia, como precisos, estão percorrendo palmo a palmo os caminhos para a tomada do poder.

        A liderança é impessoal, o guia é o socialismo e seus agentes estão ativados nos três poderes, na imprensa e são sintonizados.

        Como antes, o discurso é renovado e sedutor: fala em modernidade, meio ambiente, desenvolvimento, defesa das minorias, felicidade geral, aumento do calor, que a água vai acabar, paz...

        Na prática, no seu espectro de destruição instalaram a insegurança no campo e nas cidades estão apostando no desregramento social, na insegurança pública e usa-se dinheiro público na desonra das práticas populares, tudo para descrença do povo no estado democrático capitalista e a idéia de: “tem que mudar”!

        No geral seus principais focos são: a família, os políticos, as Instituições da República e a Constituição Democrática. Querem tirar DEUS da Constituição porque dizem que o Estado é laico. Assim, desonram a linguagem, a religiosidade e a fé que são os principais espigões da defesa; praticam a corrupção dos costumes e incitam o uso das coisas que desagregam, degradam e depreciam a relação social.

        Do abuso dos meios de comunicação passam à metodologia necessária na ação para preparar as populações brasileiras a aceitarem a nova ordem; querem o homem massa, isto é, o homem que não tem vontade; a nação precisa estar pronta para saudar o novo amanhecer do estado ateu.

        Mas, no meio político e no campo das informações, pelos meios escritos, falados e televisivos do jornalismo livre, há resistências e a chegada da internet, com certeza, acrescenta um fator perturbador do êxito das suas intenções. A esperteza e o poder de enganar ficam prejudicados e aumenta o poder da verdade.

         “Que as coisas boas prevaleçam”









         Humberto Pinto Cel 




terça-feira, 7 de junho de 2011

O TEMPO É O SENHOR DA DAZÃO




No dia 6 de junho de 2011 recebi a mensagem:

Mestre Humberto, boa tarde!

Que boa esta reunião com o Gilberto Gil. Torço para que estas pessoas esclarecidas sob a nossa cultura repensem e reavaliem sua opinião sobre o balão, de forma a nos apoiar.

Parabéns e um forte abraço.


        Ilustro.



 
       

















 Comento.

Olá!  Ricardo

SOMOS QUANTO AS ESTRELAS NO CÉU
"Pela Descriminalização e Regulamentação do balão junino"

    A mídia produzida pela indução do Art. 42 "balões que possam causar incêndio" gerou nas pessoas a sensação de que balão causa incêndio.  Ora, nada mais falso, o que causa incêndio é a conjugação de três fatores:



    Assim, a massificação pelos meios de comunicação, capitaneado pela GLOBO e repetidores, transformou o balão - balão junino - num virtual agente incendiário.

    Por outro lado a emoção do medo, um dos gigantes da alma, completou o resultado pretendido pelo detratores do balão e predadores da cultura.

    Gilberto Gil é exemplo da contaminação gerada pela mídia produzida para extinção dos balões.

     Desmistificar é a ação e o tempo é o Senhor da Razão.


        Humberto Pinto  Cel

sábado, 4 de junho de 2011

O MILITAR E O SOCIÓLOGO




TÃO PRÓXIMOS E TÃO DISTANTES



Presidente de 1979 até 1985
Presidente de 1995 até 2003




         João Batista Figueiredo e Fernando Henrique Cardoso, cariocas e conhecedores da arte, do folclore e da cultura do balão junino e das Festas Juninas.

        O apreço aos presidentes está intimamente ligado ao respeito que estes têm pelas coisas do povo, afinal eles se comprometem a governar para atender as expectativas, as necessidades e os anseios dos seus governados. 

         João Batista Figueiredo nasceu no Rio de Janeiro em 15 de janeiro de 1918 e morreu em 24 de dezembro de 1999.

        No período dos militares no Poder, pouco antes de assumir a Presidência da República, em meados de 1978 foi homenageado pelos baloeiros no Clube Novo Rio, na Avenida das Américas e manifestou: “não deixem essa arte milenar morrer”.

         Fernando Henrique Cardoso nasceu no Rio de Janeiro em 18 de junho de 1931 e hoje defende e promove a liberação das drogas.

        No decorrer do segundo mandato, em 12 de fevereiro de 1998, desdenha das coisas do povo e sanciona a Lei 9.605/98, Lei do Meio Ambiente, cujo Art. 42 criminaliza o balão, assim, mutila a arte, o folclore e a cultura dos brasileiros e desequilibra a ordem social provocando uma perseguição intempestiva contra brasileiros e suas tradições, sem precedentes na História da República.

        Humberto Pinto Cel


quinta-feira, 2 de junho de 2011

DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS




SEMPRE HÁ TEMPO PARA CORRIGIR O ERRO







FHC Defende Modelo Português de Descriminalização das Drogas

 


"É simples falar e muito difícil realizar." Com essa frase, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) tentou se desviar como pode das perguntas que chegavam sempre ao mesmo lugar: como seria possível descriminalizar as drogas, particularmente a maconha, no Brasil. O político protagoniza o documentário do diretor Fernando Grostein Andrade, Quebrando o Tabu, filme apresentado nesta segunda-feira à imprensa. Na produção, FHC viaja por Estados Unidos e Europa em busca de experiências bem-sucedidas na relação entre governo e usuários de drogas.
Numa conversa após a exibição do filme, o presidente de honra do PSDB se mostrou a favor de implantar no Brasil um sistema semelhante ao que existe hoje em Portugal, onde todas as drogas são descriminalizadas. E fez questão de frisar que a discussão deveria ser social, e não política. "Por enquanto, essa deve ser uma discussão que precisa sair da sociedade, o Congresso é para mais tarde".

Mas FHC elogiou o posicionamento de lideranças petistas: "o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP), tem um projeto bastante correto nessa matéria, dando um passo adiante. O senador Eduardo Suplicy (SP) acabou de me telefonar dizendo que está vendo se uma entrevista que dei à Folha pode ser incorporada aos anais do Congresso."

Atualmente presidente da Comissão Global de Políticas sobre Drogas, FHC afirmou que não havia intenção alguma do documentário pregar uma receita pronta sobre como combater o uso de drogas no País. "O filme não é de tese, é de debate", afirmou. Para o político, apesar de algumas experiências exitosas em lugares da Europa, "cada país tem que elaborar sua própria política, porque uma coisa é você estar na Suíça, onde o problema é de saúde pública, já que a violência é pequena. Outra coisa é no Brasil, onde a violência é grande".

Segundo ele, hoje, ao contrário do que acontecia quando era presidente, se sente mais tranquilo para falar do assunto: "obviamente, sendo ex-presidente você se sente mais à vontade para enfrentar temas delicados". E sustentou que estar no cargo mais alto do País é uma posição delicada. "Não posso dizer que se eu fosse presidente hoje eu faria e aconteceria".

FHC disse que não tinha informações sobre o tema da descriminalização das drogas nos oito anos em que governou o País e afirmou que sua experiência pessoal é "completamente nula". Ele citou como bem-sucedido no Brasil o caso das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) no Rio de Janeiro. "Essa tal polícia pacificadora é um caminho inventado aqui que está funcionando, porque não visou a droga, mas sim a violência."

Sobre a repressão policial à Marcha da Maconha em São Paulo, no último dia 21, o ex-presidente sustentou: "Pessoalmente, acho que não cabe (a proibição da marcha pela Justiça), mas não sou advogado, o governo cumpre ordens da Justiça. Só acho que numa sociedade democrática, você não pode querer que as pessoas não se manifestem."

Experiência de Portugal

Fernando Henrique acredita que em Portugal viu as soluções mais bem resolvidas sobre o tema. Lá, as drogas são descriminalizadas, ou seja, o Estado livrou o usuário da Justiça criminal, mas ainda não considera a venda da droga como uma atividade regulamentada. "Nós temos que tratar essa gente como doentes, pessoas que precisam de assistência médica, e não como criminosos", defendeu. Para isso, seria preciso haver uma expansão no serviço de saúde, além de "campanhas contínuas para mostrar o mal que a droga causa", inclusive, o tabaco. "O cigarro não está proibido, mas está regulado, e está cada vez mais apertada a regulamentação do cigarro, para mostrar que ele faz mal à saúde."
O diretor Fernando Grostein Andrade disse que a ideia de convidar Fernando Henrique para o projeto surgiu porque ele ficou "encantado pela coragem política dele". Segundo Fernando Menocci, produtor do documentário, o filme foi feito com RS 2,7 milhões captados com lei de incentivo à cultura, em viagens para 18 cidades e entrevistas com 176 pessoas em 400 horas de material bruto.



          Comento.


       
        Não é estranho que essa proposição seja apresentada pelo mesmo
(1995 a 2002); que no decurso do segundo mandato tenha sancionado a
Lei 9.605/98 que no corpo, pelo Art. 42, tratou de criminalizar o balão, 
mutilando a arte, o folclore e a cultura de brasileiros.

        Na questão do balão - balão junino - das Festas Juninas uma
decisão draconiana, imposta sem dar satisfação ao outro lado, o lado da arte
do folclore e da cultura e, mais grave, para constranger familias pela coerção,
pela repressão indiscriminada e abusiva, criando um novo contingente de
excluídos. De artistas a criminosos por definição os baloeiros passaram a
alimentar a sanha da intolerância e do preconceito e a sofrer a mais hedionda
das perseguições capitaneada pela mídia produzida e o balão junino, ícone das Festas Juninas, passou a ser apontado como o perigo que vem do céu e visto como o grande vilão dos tempos modernos.
       

        Na questão das drogas que já matou milhares de brasileiros quer pelos
seus efeitos letais, quer pela política de "guerra" instalada, o Sr. FHC apresenta uma proposta de conciliação, de boa vontade, de paz,  de acordo com o que diz preâmbulo da Costituição de 1988.



        Exigimos a PAZ SOCIAL LEIS DA PAZ

      

     Vida que segue...




       Humberto Pinto Cel
       
 








quarta-feira, 1 de junho de 2011

COMEÇA O MÊS DE JUNHO






PARÓQUIA DE SANTO ANTÔNIO
       
        Situada no cume da Rua Tenente França, no Cachambi, Rio de Janeiro, está pronta para as festividades de 12, dia dos namorados e 13 de junho de 2011 em louvor a Sto. Antônio.







































        VIVA SANTO ANTÔNIO!





        Humberto Pinto Cel