quarta-feira, 10 de agosto de 2011

OGLOBO: UM JORNALISMO DE VERDADE... (3)

 

OS ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE QUALIDADE

Para que o jornalismo produza conhecimento, que princípios deve seguir? O trabalho jornalístico tem de ser feito buscando-se isenção, correção e agilidade. Porque só tem valor a informação jornalística que seja isenta, correta e prestada com rapidez, os seus três atributos de qualidade.

1) A isenção:

Isenção é a palavra-chave em jornalismo. E tão problemática quanto “verdade”. Sem isenção, a informação fica enviesada, viciada, perde qualidade. Diante, porém, da pergunta eterna – é possível ter 100% de isenção? – a resposta é um simples não. Assim como a verdade é inexaurível, é impossível que alguém possa se despir totalmente do seu subjetivismo. Isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção. É possível, desde que haja um esforço consciente do veículo e de seus profissionais para que isso aconteça. E que certos princípios sejam seguidos.


        Comento:

“Para que o jornalismo produza conhecimento, que princípios deve seguir? O trabalho jornalístico tem de ser feito buscando-se isenção, correção e agilidade. Porque só tem valor a informação jornalística que seja isenta, correta e prestada com rapidez, os seus três atributos de qualidade”.

        Conhecimento é ato ou efeito de conhecer. O jornalismo não produz conhecimento, ele trabalha o acontecimento: “aconteceu, virou notícia”. O jornalismo elabora e divulga a notícia originária de fato ou de pessoa, para outras pessoas, o chamado público geral. Em tese o jornalismo conhece primeiro, elabora de acordo com certos princípios e divulga o conhecimento. Importante observar que a notícia é recebida por pessoas de idades e aptidões diferentes.

        Com o advento da Internet o jornalismo empresarial perde o monopólio da informação, pois a web permite a cada um conhecer e divulgar o fato e pessoa que possam ser notícia, no momento.


1) A isenção:

Isenção é a palavra-chave em jornalismo. E tão problemática quanto “verdade”. Sem isenção, a informação fica enviesada, viciada, perde qualidade. Diante, porém, da pergunta eterna – é possível ter 100% de isenção? – a resposta é um simples não. Assim como a verdade é inexaurível, é impossível que alguém possa se despir totalmente do seu subjetivismo. Isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção. É possível, desde que haja um esforço consciente do veículo e de seus profissionais para que isso aconteça. E que certos princípios sejam seguidos”.

        O que é a informação isenta?

       A isenção é um ato de reação, condicionado a personalidade e ao caráter, que se exime de fato ou de pessoa. Ser imparcial diante da controvérsia. Assim a informação isenta pode ser aquela produzida sem tendência para um lado ou para outro lado, para reflexão de outros na formação dos seus juízos. No profissional do jornalismo é um ideal.

“Sem isenção, a informação fica enviesada, viciada, perde qualidade”.

        Essa tem sido a tendência da mídia viciada (político-ideológica) na obstinada perseguição ao balão – balão junino - prática fundada na arte, no folclore e na cultura da nossa gente, garantida por princípios prescritos na Constituição da Republica Federativa do Brasil (Art. 5, incisos: IV e IX e Art. 215 e 216).

        Sim, a isenção pode ser atingida:

 “isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção. É possível, desde que haja um esforço consciente do veículo e de seus profissionais para que isso aconteça. E que certos princípios sejam seguidos”,

        Em outras palavras: desde que o profissional que faz a notícia seja isento e não esteja atrelado a qualquer outro interesse prejudicial à imparcialidade.


isenção
i.sen.ção
sf (lat exemptione) 1 Ato de eximir. 2 Ato de esquivar-se. 3 Altivez. 4 Privação, renúncia. 5 Abnegação. 6 Nobreza de caráter. 7 Estado ou condição do que é isento


Humberto Pinto Cel



terça-feira, 9 de agosto de 2011

OGLOBO: UM JORNALISMO DE VERDADE... (2)





BREVE DEFINIÇÃO DE JORNALISMO


De todas as definições possíveis de jornalismo, a que as Organizações Globo adotam é esta: jornalismo é o conjunto de atividades que, seguindo certas regras e princípios, produz um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas. Qualquer fato e qualquer pessoa: uma crise política grave, decisões governamentais com grande impacto na sociedade, uma guerra, uma descoberta científica, um desastre ambiental, mas também a narrativa de um atropelamento numa esquina movimentada, o surgimento de um buraco na rua, a descrição de um assalto à loja da esquina, um casamento real na Europa, as novas regras para a declaração do Imposto de Renda ou mesmo a biografia das celebridades instantâneas. O jornalismo é aquela atividade que permite um primeiro conhecimento de todos esses fenômenos, os complexos e os simples, com um grau aceitável de fidedignidade e correção, levando-se em conta o momento e as circunstâncias em que ocorrem. É, portanto, uma forma de apreensão da realidade.
Antes, costumava-se dizer que o jornalismo era a busca pela verdade dos fatos. Com a popularização confusa de uma discussão que remonta ao surgimento da filosofia (existe uma verdade e, se existe, é possível alcançá-la?), essa definição clássica passou a ser vítima de toda sorte de mal-entendidos. A simplificação chegou a tal ponto que, hoje, não é raro ouvir que, não existindo nem verdade nem objetividade, o jornalismo como busca da verdade não passa de uma utopia. É um entendimento equivocado. Não se trata aqui de enveredar por uma discussão sem fim, mas a tradição filosófica mais densa dirá que a verdade pode ser inesgotável, inalcançável em sua plenitude, mas existe; e que, se a objetividade total certamente não é possível, há técnicas que permitem ao homem, na busca pelo conhecimento, minimizar a graus aceitáveis o subjetivismo.
É para contornar essa simplificação em torno da “verdade” que se opta aqui por definir o jornalismo como uma atividade que produz conhecimento. Um conhecimento que será constantemente aprofundado, primeiro pelo próprio jornalismo, em reportagens analíticas de maior fôlego, e, depois, pelas ciências sociais, em especial pela História. Quando uma crise política eclode, por exemplo, o entendimento que se tem dela é superficial, mas ele vai se adensando ao longo do tempo, com fatos que vão sendo descobertos, investigações que vão sendo feitas, personagens que resolvem falar. A crise só será mais bem entendida, porém, e jamais totalmente, anos depois, quando trabalhada por historiadores, com o estudo de documentos inacessíveis no momento em que ela surgiu. Dizer, portanto, que o jornalismo produz conhecimento, um primeiro conhecimento, é o mesmo que dizer que busca a verdade dos fatos, mas traduz com mais humildade o caráter da atividade. E evita confusões.
Dito isso, fica mais fácil dar um passo adiante. Pratica jornalismo todo veículo cujo propósito central seja conhecer, produzir conhecimento, informar. O veículo cujo objetivo central seja convencer, atrair adeptos, defender uma causa, faz propaganda. Um está na órbita do conhecimento; o outro, da luta político-ideológica. Um jornal de um partido político, por exemplo, não deixa de ser um jornal, mas não pratica jornalismo, não como aqui definido: noticia os fatos, analisa-os, opina, mas sempre por um prisma, sempre com um viés, o viés do partido. E sempre com um propósito: o de conquistar seguidores. Faz propaganda. Algo bem diverso de um jornal generalista de informação: este noticia os fatos, analisa-os, opina, mas com a intenção consciente de não ter um viés, de tentar traduzir a realidade, no limite das possibilidades, livre de prismas. Produz conhecimento. As Organizações Globo terão sempre e apenas veículos cujo propósito seja conhecer, produzir conhecimento, informar.
É claro que um jornal impresso, uma revista, um telejornal, um noticiário de rádio e um site noticioso na internet podem ter diversas seções e abrigam muitos gêneros: o noticiário propriamente dito, os editoriais com a opinião do veículo, análises de especialistas, artigos opinativos de colaboradores, cronistas, críticos. E é igualmente evidente que a opinião do veículo vê a realidade sob o prisma das crenças e valores do próprio veículo. Da mesma forma, um cronista comentará a realidade impregnado de seu subjetivismo, assim como os articulistas convidados a fazer as análises. Livre de prismas e de vieses, pelo menos em intenção, restará apenas o noticiário. Mas, se de fato o objetivo do veículo for conhecer, informar, haverá um esforço consciente para que a sua opinião seja contradita por outras e para que haja cronistas, articulistas e analistas de várias tendências.
Em resumo, portanto, jornalismo é uma atividade cujo propósito central é produzir um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas.

        Vamos por partes:

1. “De todas as definições possíveis de jornalismo, a que as Organizações Globo adotam é esta: jornalismo é o conjunto de atividades que, seguindo certas regras e princípios, produz um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas”.

         Comento:

       Sim, jornalismo é o conjunto de atividades que, seguindo certas regras e princípios, produz um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas.

2. “O jornalismo é aquela atividade que permite um primeiro conhecimento de todos esses fenômenos, os complexos e os simples, com um grau aceitável de fidedignidade e correção, levando-se em conta o momento e as circunstâncias em que ocorrem. É, portanto, uma forma de apreensão da realidade”.

        Comento:

       Esse cuidado, grau aceitável de fidedignidade e correção, sugere que o jornalismo deve ter o compromisso com a verdade.
       Ora, o fato e a pessoa têm existência real, logo apreensão da realidade parece uma metáfora.


fidedigno
fi.de.dig.no
adj (lat fide+digno) Que é digno de fé, que merece crédito.
realidade
re.a.li.da.de
sf (lat realitate) 1 Qualidade do que é real. 2 Existência real. 3 O que existe realmente. Antôn: ficção, fantasia.

Dic. Michaelis

3. “Antes, costumava-se dizer que o jornalismo era a busca pela verdade dos fatos. Com a popularização confusa de uma discussão que remonta ao surgimento da filosofia (existe uma verdade e, se existe, é possível alcançá-la?), essa definição clássica passou a ser vítima de toda sorte de mal-entendidos. A simplificação chegou a tal ponto que, hoje, não é raro ouvir que, não existindo nem verdade nem objetividade, o jornalismo como busca da verdade não passa de uma utopia. É um entendimento equivocado. Não se trata aqui de enveredar por uma discussão sem fim, mas a tradição filosófica mais densa dirá que a verdade pode ser inesgotável, inalcançável em sua plenitude, mas existe; e que, se a objetividade total certamente não é possível, há técnicas que permitem ao homem, na busca pelo conhecimento, minimizar a graus aceitáveis o subjetivismo”.

        Comento:

        “A busca pela verdade dos fatos” não cabe ao jornalismo, não é seu papel e sim informar o que acontece com um grau aceitável de fidedignidade e correção.  A busca pela verdade dos fatos cabe aos órgãos governamentais de investigação, ou seja, aos órgãos de polícia. O jornalismo para atingir o grau aceitável de fidedignidade e correção deve zelar pela pureza da informação para que distorções não produzam efeitos inconvenientes no imaginário das pessoas.   
        Fato e pessoa existem, são realidades, logo verdades para o jornalismo é a verdade física do fato e da pessoa e não a verdade metafísica de que trata a filosofia.
       Sim, se para o jornalismo a busca da verdade não passa de uma utopia, a compulsão pela fantasia ou mentira, isto é, o poder de enganar, desarranjam as relações sociais.

“Se a objetividade total certamente não é possível, há técnicas que permitem ao homem, na busca pelo conhecimento, minimizar a graus aceitáveis o subjetivismo”.

        O fato e a pessoa não podem estar sujeitos ao subjetivismo porque são realidades e como tal podem e devem ser revelados.

4. “É para contornar essa simplificação em torno da “verdade” que se opta aqui por definir o jornalismo como uma atividade que produz conhecimento”.

        Comento:

       Parece pretensioso definir o jornalismo como uma atividade que produz conhecimento. O jornalismo é a atividade que tem por fim tornar público o que acontece no dia a dia. Os fundamentos do jornalismo são o fato e a pessoa, a ação é informar e o seu alvo é o público. Pela relevância da função social e pela força pedagógica que possui deve estar subordinado à verdade e ao respeito às pessoas.

5. “Dito isso, fica mais fácil dar um passo adiante. Pratica jornalismo todo veículo cujo propósito central seja conhecer, produzir conhecimento, informar. O veículo cujo objetivo central seja convencer, atrair adeptos, defender uma causa, faz propaganda. Um está na órbita do conhecimento; o outro, da luta político-ideológica”... 

...“As Organizações Globo terão sempre e apenas veículos cujo propósito seja conhecer, produzir conhecimento, informar”.


        Comento:

       Coerente. Só resta um voto de confiança. Leia:   




        Humberto Pinto Cel


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

OGLOBO: UM JORNALISMO DE VERDADE...



Extraído do portal de notícias da globo



PRINCÍPIOS EDITORIAIS DAS ORGANIZAÇÕES GLOBO


Breve definição de jornalismo

Seção I: Os atributos da informação de qualidade

  
  1) A isenção
    2) A correção
    3) A agilidade

Seção II: Como o jornalista deve proceder diante das fontes, do público, dos colegas e do veículo para o qual trabalha

 


 Seção III: Os valores cuja defesa é um imperativo do jornalismo

Desde 1925, quando O Globo foi fundado por Irineu Marinho, as empresas jornalísticas das Organizações Globo, comandadas por quase oito décadas por Roberto Marinho, agem de acordo com princípios que as conduziram a posições de grande sucesso: o êxito é decorrência direta do bom jornalismo que praticam. Certamente houve erros, mas a posição de sucesso em que se encontram hoje mostra que os acertos foram em maior número. Tais princípios foram praticados por gerações e gerações de maneira intuitiva, sem que estivessem formalizados ordenadamente num código. Cada uma de nossas redações sempre esteve imbuída deles, e todas puderam, até aqui, se pautar por eles. Por que, então, formalizá-los neste documento?
Com a consolidação da Era Digital, em que o indivíduo isolado tem facilmente acesso a uma audiência potencialmente ampla para divulgar o que quer que seja, nota-se certa confusão entre o que é ou não jornalismo, quem é ou não jornalista, como se deve ou não proceder quando se tem em mente produzir informação de qualidade. A Era Digital é absolutamente bem-vinda, e, mais ainda, essa multidão de indivíduos (isolados ou mesmo em grupo) que utiliza a internet para se comunicar e se expressar livremente. Ao mesmo tempo, porém, ela obriga a que todas as empresas que se dedicam a fazer jornalismo expressem de maneira formal os princípios que seguem cotidianamente. O objetivo é não somente diferenciar-se, mas facilitar o julgamento do público sobre o trabalho dos veículos, permitindo, de forma transparente, que qualquer um verifique se a prática é condizente com a crença. As Organizações Globo, diante dessa necessidade, oferecem ao público o documento “Princípios Editoriais das Organizações Globo”.
É possível que, para a maioria, ele não traga novidades. Se isso acontecer, será algo positivo: um sinal de que a maior parte das pessoas reconhece uma informação de qualidade, mesmo neste mundo em que basta ter um computador conectado à internet para se comunicar.
Desde logo, é preciso esclarecer que não se tratou de elaborar um manual de redação. O que se pretendeu foi explicitar o que é imprescindível ao exercício, com integridade, da prática jornalística, para que, a partir dessa base, os veículos das Organizações Globo possam atualizar ou construir os seus manuais, consideradas as especificidades de cada um. O trabalho tem o preâmbulo “Breve definição de jornalismo” e três seções:

a) Os atributos da informação de qualidade;
b) Como o jornalista deve proceder diante das fontes, do público, dos colegas e do veículo para o qual trabalha;
c) Os valores cuja defesa é um imperativo ao jornalismo.

O documento resultou de muita reflexão, e sua matéria-prima foi a nossa experiência cotidiana de quase nove décadas. Levou em conta os nossos acertos, para que sejam reiterados, mas também os nossos erros, para que seja possível evitá-los. O que nele está escrito é um compromisso com o público, que agora assinamos em nosso nome e de nossos filhos e netos.

Rio de Janeiro, 6 de agosto de 2011
 
Roberto Irineu Marinho
João Roberto Marinho
José Roberto Marinho



Comento:

       A Internet parece ser o novo paradigma.

        Parabéns para as Organizações GLOBO por essa nova maneira de entender o que é jornalismo. Que a prática seja condizente com a crença.


      É DEVER DA MÍDIA INFORMAR BEM O POVO



        Humberto Pinto Cel

ÍNDICE

domingo, 7 de agosto de 2011

REVERTERE AD...



        Na vida – metafísica – como na física: “toda ação provoca uma reação”...


"Toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário".



                                     Perigo! Rede Globo! Risco de Dano ao Cérebro!



        Perder o apreço das pessoas não é uma boa, pois o respeito é o elemento necessário para uma relação de amizade (harmonia).

        A empresa de Comunicações deve lembrar-se dessa verdade, pois sua reputação é fundamental para o exercício da sua prosperidade.

        Nas relações humanas nada prospera sem a estima das pessoas.

        A rosa, rainha das flores, tem a preferência pela sutileza da sua forma, pela beleza das suas cores e a suavidade do seu aroma.





        Humberto Pinto Cel




quinta-feira, 4 de agosto de 2011

FESTAS JUNINAS PORTUGAL 2011




Amigos do Balão Sãojoanino.

Segue o nosso Informativo Virtual "Pirilampo" nº. 35
JULHO/2011 
Edição Mensal

Noticias publicadas que podem ler:


O exemplo de Portugal 


        Sempre foi assim e continuará sendo assim...

        Interessante... Você já percebeu que o seu viver deve estar em harmonia com o viver de outras pessoas?

Sim, nós vivemos em sociedade... Temos nossa individualidade, mas estamos interagindo com o próximo, na família e em outros momentos da convivência.


Basta do que não presta!

        Basta de corrupção!   Basta de promiscuidade!   Basta de violência!

        Nossas tradições são imortais




Festas dos Santos Populares/2011 (Stº. António, São João e São Pedro) realizadas em diversas cidades de Portugal e suas tradições. 

Agradecemos a sua divulgação e o envio para todos os vossos amigos que praticam ou simplesmente gostem desta "arte e tradição".

Um abraço.
Francisco Silva (Chico Carioca)
TURMA LUSA DE LISBOA-PORTUGAL
"Balão no céu, alegria na terra."





















        Editado por Francisco Vilela e gentilmente cedido pela Turma Lusa de Lisboa.

        Humberto Pinto Cel

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O MITO: BALÃO DERRUBA AVIÃO 2









Olá! Milton 

Sobre esse teor repetido, já previsto, disse:

Olá!  Naldinho

SOMOS QUANTO AS ESTRELAS NO CÉU
  "Pela Descriminalização e Regulamentação do balão junino"


    Qualquer que tenha sido a causa, pouco importa, a intenção clara é atingir o balão - balão junino, pois essa atitude atende aos que querem extinguir a nossa arte. A mentira está visível nas contradições, inclusive o aspecto que você cita.
    Fica difícil mostrar que o impacto presumido pelos acusadores tenha sido provocado por balão de papel (fino). Que balão? Em que altura (3.000m)? Quais as dimensões do balão? Simples? Com lastro (peso)? Que tipo de lastro? Cangalha de fogos? Bandeira? Acusar não dá trabalho, provar, sim são necessárias as provas materiais ou periciais.
    De toda sorte a acusação está no ar e será explorada pelos detratores do balão e predadores da cultura, como já está explicitado no noticioso:

"Crime
A Aeronáutica informa que, além de comprometer a segurança de voo, soltar balão é crime ambiental previsto pelo artigo 42 da lei nº 9.605. Pelo texto, qualquer pessoa que fabricar, vender, transportar ou soltar balões pode ser condenado a uma pena de detenção que varia de 1 ano a 3 anos e multa.
Preso em flagrante, pelas mudanças na Lei de Execuções Penais, a pessoa poderá responder o processo em liberdade, mas o juiz poderá exigir uma fiança de até 200 salários mínimos, cujo valor pode ser multiplicado até por mil vezes, dependendo da gravidade do delito".


    O Art. 42 há muito perdeu a eficácia, o balão de ar quente (sem bucha) acabou de enterrá-lo. Agora estão apelando para os aviões.

   Agora ameaçam com a pena pecuniária, vão pressionar o MP e os juízes, estão perdidos e não sabem o caminho de volta. 

   Vamos aguardar os próximos desdobramentos.

A verdade é uma só, a mentira tem mil versões

   Abraços.
   Humberto


Sent: Tuesday, August 02, 2011 12:21 PM
Subject: Re: [:: Flutuantes ::] Balão causa problema com sensores de avião da TAM no Rio

 
Cel, o autor da notícia é pretensioso.

O tubo pitot, é um "chifrinho", localizado normalmente abaixo do nariz do avião ou ao lado... como está próximo a cabine, acho estranho a mesma não ter sofrido qualquer "impacto" ou qualquer outro tipo de reação...

O q quero dizer é q não tem como o volume do balão/cangalha/antena acertar só o tubo pitot, pq este é pequeno. e as demais areas q o volume do balão/cangalha/antena atingiu?

Mesmo q fosse só balão teriam mais regiões atingidas, mesmo q sem gravidade...

Em 2 de agosto de 2011 12:00, Humberto Pinto <humbertop37@gmail.com> escreveu:
 
Olá!  Naldinho

SOMOS QUANTO AS ESTRELAS NO CÉU
  "Pela Descriminalização e Regulamentação do balão junino"
Calma pessoal!

Observem o cuidado do elaborador da notícia (G1) em comparar (imaginação) o fato de 1jul2009 com o alegado:

imaginação
i.ma.gi.na.çãosf (lat imaginatione) 1 Faculdade de imaginar, conceber e criar imagens. 2 Coisa imaginada. 3 Fantasia. 4 Crença ou opinião que provém da fantasia. 5 Superstição. 6 Cisma, apreensão. 7 Psicol Utilização construtiva, embora não necessariamente de feição criadora, de experiências perceptivas anteriores; reorganização de elementos dessa espécie. 8 Entom Passagem de pupa ou ninfa a inseto adulto. I. exaltada: indivíduo que concebe idéias arrojadas. I. viva: a que representa os objetos com grande viveza e muitas vezes como realidades. Em imaginação: de um modo imaginoso; na fantasia.

Extraído da notícia elaborada:

elaborar
e.la.bo.rar(lat elaborare) vtd 1 Preparar, organizar gradualmente, com trabalho: Elaborar um dicionário. Elaborar um projeto de lei. vtd 2 Dispor as partes de, ordenar, pôr em ordem. vtd 3 Dar combinação especial a. vtd 4 Tornar assimilável: O cozimento elabora as carnes. vtd 5 Modificar. vpr 6 Operar-se, formar-se, produzir-se: O mel elabora-se nos favos.

"Airbus A-319 enfrentou situação parecida à do AF 447 que caiu em 1º de julho de 2009, deixando 228 mortos". 

"O caso aconteceu no último dia 17 de junho com o voo 3756 da TAM que partiu do Aeroporto Santos Dumont às 8h54, com destino a Confins, em Belo Horizonte. Dados obtidos pelo G1 apontam que a aeronave chocou-se com o balão 6 minutos após a decolagem, a cerca de 10 mil pés de altitude (mais de 3 mil metros)".

"O artefato obstruiu um dos pitots do Airbus A-319, sensor que transmite informações sobre altitude e velocidade. Mas os pilotos perceberam que estavam sem nenhuma informação válida na cabine e, com o desligamento do piloto automático, conseguiram manter o avião manualmente até o pouso, às 9h48, em Minas Gerais".

"O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) ainda investiga o caso e classifica o incidente como grave".


Comentário:

Nos nossos registros não consta balão de papel fino atingir altura de 3.000m (raro), em todo caso, vamos confiar...

... E aguardar o resultado das investigações do CENIPA para definir a causa do incidente.

Outras circunstâncias podem ser consideradas para inviabilizar a hipótese de que esse incidente tenha o balão como causa. 

Diz o dito popular que "bom cabrito não berra".

Somos um universo! 

Volto a pedir: divulguem nossas mensagens e a Cartilha do Balão: http://www.planetabalao.com/cartilha/cartilha.htm  
O futuro a DEUS pertence. 

  "Os cães ladram e a caravana passa"

Abraços.
Humberto


  



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A MÍDIA SÉRIA

       

Os Incêndios e os Balões




        Pouco a pouco os pingos são colocados nos is.

        A mídia, essa extraordinária máquina de divulgar notícias, começa perceber a verdade e que não adianta mentir, pois a mentira tem pernas curtas e os fatos do dia a dia acabam por desmoralizá-la.

        E os balões não foram acusados...

        Mérito aos profissionais da imprensa que têm respeito pelas pessoas pelo compromisso com a verdade.

        Parabéns a ODIA que tem primado por essa forma civilizada de comportamento no trato com a informação.

        Humberto Pinto Cel