terça-feira, 30 de novembro de 2010

A LUZ DA PAZ...CLAREIA




A Grande Lição

        A tomada de Morro do Alemão pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro representa a mais importante intervenção do poder militar desde a promulgação da Constituição de 1988.

        Não se trata apenas de uma vitória eventual contra grupos clandestinos que para exercerem interesses estranhos se inseriram na sociedade civil organizada, como embrião de organização para o exercício do comércio de produtos não regulados por lei. 

        O que se deve entender é a mensagem passada. O Estado Brasileiro, pelo funcionamento das suas Instituições, restabelece a Unidade Política.

        Já faz algum tempo, cerca de 25 anos, desde quando o poder militar exercia o Governo da República que não se tinha a sensação de um Brasil uno, além da sua grandeza territorial.

       A partir de 1985, no curso dos novos governos surgia uma modalidade de fomento e esta provocada pela expansão na produção de drogas de alguns países da América Latina. Sabido da atração das pessoas por esses novos produtos apostou-se na sua expansão e propagação para outros países. Pouco vale discutir a essência ou a importância desses alimentos artificiais extraídos de matérias primas naturais, ou seus elevados envolvimentos econômicos, mas sim o potencial avassalador do seu consumo e os efeitos nas pessoas e nas sociedades, o seu espectro destruidor.

        Aí começa o dilema político e ideológico.

        De um lado os ditos progressistas apostando na utopia da sociedade materialista, sem classes, horizontal, permissiva, a favor da liberação das drogas e destituída da sua célula menor, a família; de outro lado os conservadores, prontos para manter toda a conquista da Humanidade fundada nas tradições das suas instituições mais caras e duradouras, pela contenção e tendo como base a família.

        Nessa histórica data, 28 de novembro de 2010, o poder militar restaurado neste significante, mas crítico episódio credita a vitória para os conservadores e mais do que isso, sinaliza para o reconhecimento do Princípio da Autoridade como fiel, que deve ser mantido pelos governantes.

        Parabéns para o Governo do Estado do Rio de Janeiro! Teve a coragem moral de romper com mais essa mentira da chamada modernidade.



28 de novembro - Bandeiras do Brasil e do estado do Rio de Janeiro foram hasteadas pelos policiais no ponto mais alto do Complexo do Alemão

Foto: EFE


Humberto Pinto Cel




domingo, 28 de novembro de 2010

A LUZ DA PAZ...AVANÇA



 

       

        Polícia Militar e Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro


    Exemplos de Bravura e Magnanimidade!

    Cumpriram com o dever e realizaram a missão exitosa com a dignidade e a grandeza, para exemplo ao Brasil e ao Mundo.

    A Autoridade está restaurada na nossa Cidade Maravilhosa e foi postergado o chamado poder paralelo.

    Parabéns às Forças Armadas: Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira. Parabéns à Polícia Federal e a Guarda Municipal do Rio de Janeiro. Todos aliados na ação policial forneceram o devido apoio logístico e operacional, essenciais para o êxito da missão.

    Ao Exmo. Governador do Estado, Sr. Sérgio Cabral Filho e seu Secretário de Segurança, Sr. José Mariano Beltrame o mérito de terem se determinado a acabar com a dicotomia do poder político e com essa vitória iniciar o processo para restabelecer a Paz Social fundada nas liberdades democráticas, nos direitos humanos e garantidas pela Ordem Jurídica.



    Humberto Pinto Cel


sábado, 27 de novembro de 2010

A LUZ DA PAZ...CONTINUA

Rio: 'quem quiser se entregar, faça-o agora', diz PM no Alemão

27 de novembro de 2010 13h37 atualizado às 13h43

 
Fortemente armados, homens da Polícia Federal vigiam, de carro, a Favela da Grota. Foto: EFE



O comandante-geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro, coronel Mário Sérgio Duarte, ordenou na manhã deste sábado que os traficantes que estão no complexo do Alemão se entreguem: "quem quiser se entregar, faça-o agora", disse, complementando que a entrada da polícia pode acontecer a qualquer momento.

"Estamos do lado de fora por pouco tempo. Levantem suas armas. Estamos esperando na Rua Joaquim de Queiróz. Depois que a polícia entrar, a situação ficará muito mais difícil", afirmou o comandate em entrevista coletiva no 22º BPM (Maré).

O coronel afirmou que a operação prosseguirá até que seu objetivo seja alcançado. "Não vamos recuar da decisão de pacificar o Rio. Estamos chegando aos momentos finais para alcançar os traficantes que estão no Alemão", disse.

Para Duarte, não há hipótese de os criminosos saírem bem sucedidos desta operação. O coronel descartou a possibilidade de uma união entre facções criminosas da Rocinha e da Vila Cruzeiro.
Desde o início dos ataques, no último domingo, pelo menos 38 pessoas morreram em confrontos no Rio de Janeiro.



A LUZ PA PAZ...

 

Dom Orani pede fim da violência no Rio de Janeiro


Kelen Galvan
Da Redação



Tv Canção Nova


    Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani mostrou preocupação com os casos de violência:

"A Igreja sempre esteve ao lado das pessoas e continuará sempre", afirmou o Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), Dom Orani João Tempesta, em entrevista à TV Canção Nova. O arcebispo se mostrou preocupado com os acontecimentos violentos que têm ocorrido nos últimos dias na cidade carioca. 

    Dom Orani afirmou que a Igreja está unida "a todos aqueles que sofrem dificuldades, aqueles que perderam entes queridos", mas, ao mesmo tempo, "apela para que a paz reine (...) pelo fim da insegurança e da violência".

    O arcebispo concluiu afirmando que a Igreja também tem se empenhado para conquistar a paz.


"A Igreja, solidária a todos, reza e também atua, tanto no trabalho social, como no trabalho cultural, para que através da educação, saúde, habitação, lazer e cultura, o nosso mundo seja cada melhor, cada vez mais lindo e mais em paz".


    Arcebispo do Rio convoca população para noite de oração neste sábado

Dom Orani pede que pessoas rezem em casa e em suas comunidades.
Ele vai pedir paz para a cidade, após onda de ataques desde domingo.

Do G1 RJ

    O arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, convoca a população para uma noite de oração em suas casas e comunidades neste sábado (27), das 22h à meia-noite, para fazer um "clamor de paz" pela cidade. O arcebispo vai presidir a oração na capela da sede da Arquidiocese do Rio, na Glória, na Zona Sul do Rio.

   Segundo a nota da Arquidiocese, o arcebispo quer demonstrar sua solidariedade com as pessoas que estão sofrendo com a violência no Rio.

“Creio que o nosso apelo aos que estão no Rio é de que rezemos e trabalhemos pela paz. Temos certeza de que as autoridades vão encontrar, na luz de Cristo e na responsabilidade com a cidade, um clima que favoreça o Rio de Janeiro”, diz Dom Orani, em nota.




sexta-feira, 26 de novembro de 2010

ENFIM, A LUZ DA PAZ

 

 

Rio de Paz pede ao Estado proposta de rendição aos traficantes


       O líder do Rio de Paz, Antonio Carlos Costa, divulgou comunicado no qual sugere que o Estado proponha aos traficantes do Alemão a rendição, para que se evite um banho de sangue e a provável morte de inocentes no maior bunker do tráfico.

COMUNICADO

      O Rio de Paz, movimento da sociedade civil, que luta pela redução de homicídio no Brasil, vem por meio desse comunicado, propor às autoridades públicas do Estado do Rio de Janeiro, que seja feita uma proposta de rendição aos narcotraficantes que se encontram na comunidade do Complexo do Alemão, dando-lhes um prazo para deporem literalmente as armas e entregarem-se à polícia, antes que haja a provável operação policial que está para ocorrer, cujo objetivo é libertar aquela localidade do domínio territorial armado de uma facção criminosa.

       Os motivos desse pedido relacionam-se aos seguintes fatos:

1. O possível efeito emocional e dissuasório da ação inédita, realizada no dia de ontem, pelas forças policiais em parceria com a Marinha brasileira, sobre a vida dos membros da facção criminosa que atua naquela localidade.

2. A preservação de centenas de vidas, uma vez que, a probabilidade de banho de sangue é concreta, caso haja resistência por parte dos narcotraficantes. O Rio de Paz quer evitar, entre outras coisas, cenas de pais e mães carregando no colo corpo ensangüentado de filho morto.

3. O aspecto moral da questão. Oferecer-lhes a proposta de rendição, que preservaria vidas humanas, é atitude que melhor se harmoniza ao espírito que deve reger as relações humanas no Estado Democrático de Direito.

       O Rio de Paz ressalta o êxito das decisões tomadas pelo Poder Público, após a crise que se estabeleceu no campo da segurança pública do Estado do Rio de Janeiro:

1. A Vila Cruzeiro foi retomada sem derramamento de sangue.

2. O extenuante trabalho das nossas polícias na tentativa de restabelecer a ordem pública.

3. A conjugação de esforços com as forças armadas brasileiras.

4. O compromisso com a transparência, com todas as autoridades da área de segurança, colocando-se à disposição dos meios de comunicação para que a sociedade receba esclarecimento.

       O Rio de Paz entende que, em momento tão crucial da história da nossa cidade, a população deve estar ao lado do seus governantes, para que seja debelado o problema histórico e crônico do terror impingido pelas facções criminosas. Não é momento para divisões. A vitória do Estado é a vitória de toda uma sociedade, que está farta da barbárie e de enterrar seus mortos.

“O mundo está de olho no Rio de Janeiro, torcendo para que encontremos solução para a crise da segurança pública, mas atento a fim de saber se o nosso procedimento será de povo civilizado. Estamos diante de grande aceno à democracia: nunca tantos anelaram pela vitória sobre o crime organizado. Estamos diante de grande ameaça à democracia: nunca tantos quiseram a vitória sobre o crime organizado a qualquer preço. A mínima possibilidade de vitória sem derramamento de sangue impõe o dever imperioso de darmos chance à solução pacífica. Pode parecer romântico, mas antes de tudo trata-se de uma demanda da razão e do amor”.


Antônio Carlos Costa

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A DESORDEM NO RIO DE JANEIRO

       


          A violência no Rio de Janeiro, síntese do Brasil, é beneficiada pelo valor agregado proveniente de uma legislação espúria, proibitiva, que não observa os postulados da Democracia e produz o desencanto à Ordem, o que na prática se verifica no desentendimento entre governo e governados e termina no conflito, tudo em detrimento da Paz Social.
        1998, na carta ¹ ao ministro Gustavo Krause face à proibição do balão – balão junino, disse:
...
“A sociedade, convivência harmoniosa de pessoas e coisas produzidas pelo saber, pelos seus organismos estruturais de defesa, mantém as tradições, conseqüentes desse fenômeno, porque percebe que nelas repousam as ferramentas da sua coesão, os fundamentos do seu equilíbrio e de onde fluem os instrumentos da harmonia desejada, fruto da força dos costumes.
Ah! As tradições. São elas que definem o fato social. São elas que mostram, pelas sucessivas repetições do hábito e pela transferência do ato, de geração a geração, a certeza de que determinada prática tem o consentimento social.
Na evolução das conquistas e como corolário do contencioso social provocado pelas naturais diferenças humanas, surge o direito com o elemento normativo da lei, com a proposta de representar as vontades e compor os litígios, em busca do ideal de justiça e até da harmonia na convivência dos contrários.
O direito tem como axioma, portanto, o contraditório, isto é, a idéia de que em toda demanda estão duas vontades contrárias legítimas.
"O meu direito termina quando começa o direito do outro" é a fórmula de que o homem é sujeito de direito, em qualquer circunstância. Dessa forma o direito pertence a cada um e não apenas a um.
Daí deriva a lei que, como instrumento do direito, deve expressar a essência da racionalidade humana, em particular, pela ação mediadora que sugere. Amadurecida pelo ideário democrático, tendo no povo a fonte primária do poder, é a manifestação mais eloqüente da democracia. Elaborada pelos legisladores eleitos, a lei protege os interesses, pelas suas normas. Assegura as liberdades individuais e os direitos universais do homem. A lei, assim entendida, deve considerar a vontade do homem e aquela que se consolida nos extratos da sociedade, contemplando as tradições e os costumes.
A lei não deve, para proteger um interesse, extinguir outro interesse.
Senhor Ministro
O direito regula a matéria social para proteger os bens do homem, naturais ou culturais.
Nessa função humana o direito defende a vida, a liberdade e todos os valores daí derivados, como a arte, o talento, a criatividade, a beleza. Enfim, pelo seu caráter social, positivo e crítico, mantém o pressuposto do entendimento, necessário na relação humana.
O direito é o cúmulo da democracia. Pelos seus fundamentos se confirma o princípio da igualdade”.

        A partir dos anos 2.000 propus:


LEIS DA PAZ 

"No Princípio, Criou DEUS O Céu E A Terra"
(Bíblia Sagrada) 
  Política é a arte mestra que visa o bem humano
Aristóteles
Pressupostos políticos.
   . A Declaração Universal dos Direitos do Homem e a Constituição da República Federativa do Brasil.
Definição do problema.
   . A situação de conflito social reinante no Brasil é, em certa medida, resultante da legislação ambígua brasileira, em contradição à própria Constituição.
Instrumento operacional.
   . A Lei.
Estratégia
   . Transformar a legislação ordinária que induz o conflito, para uma legislação ordinária que harmonize a relação social,  em consonância com os princípios universais e constitucionais brasileiros.
Finalidade.
    . Conquistar a Paz Social, no Brasil.


     Leis da Paz

    DUDH


Humberto Pinto Cel

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

O BALÃO NO MUNDO...

Presidente Ma in Pingxi Sky Lantern Festival 2010


        Observem essas imagens.

        Interessante a seqüência de fotos.

        Com um pouco de imaginação e alguma atenção você conclui que este acontecimento não foi realizado no Brasil.

        A própria imagem mostra os escritos nos invólucros de papel, uma estranha mistura de dialetos e hieróglifos.

        - “Ah! Parece escrito de chinês”.
       
        Sim, trata-se da tradicional festa com soltura de balões realizada em Xangai, capital da China.

        Um exemplo de ordem a reunião de pessoas em confraternização.

        O ritual da amizade, da solidariedade. Um ato gregário onde as pessoas se estimam só comum nas sociedades em harmonia, onde há respeito recíproco entre as pessoas.

        No lado avesso, no Brasil, proibiram o balão – balão junino e estamos sentindo a desordem explícita, vivenciando a luta fratricida, em agressões recíprocas de autofagia social.


Humberto Pinto Cel