quarta-feira, 6 de junho de 2012

CORREÇÃO NECESSÁRIA 2







A reportagem especial do Fantástico deste domingo é uma denúncia contra bandos que ignoram as leis, invadem casas, desrespeitam famílias, apelam para violência. Nessa época do ano, eles aterrorizam cidades de todo o Brasil. Eles são os baloeiros. A reportagem é de Júnior Alves e Tiago Eltz.

Não, são aficionados que devem estar credenciados para resgatar o balão, sem causar problemas, desde que organizados. O poder público é omisso, não se previne para evitar a bagunça, para que outros clamem pela extinção da causa. 
O que deu causa foi a descida do balão? Então vamos acabar com o balão. Como sempre fazem, quando pretendem extinguir coisa que não agrada a alguns.
É a solução mais simples.
A Cartilha do Balão já prevê essa situação.
A solução? Credenciar os aficionados na Defesa Civil. É uma força voluntária, que pode ser aproveitada como agente na prevenção de acidentes. Quase sempre, são os primeiros a chegar embaixo do balão.


Todos os anos, a cena se repete. Em maio, junho e julho, balões põem em risco cidades inteiras. Nas ruas, os baloeiros tocam o terror na tentativa de resgatar essas bombas voadoras, como mostram os flagrantes exclusivos do Fantástico.
 
Por que transformar aeróstato de papel fino em bomba voadora?
Onde está a similaridade?

Às 8h30, em Piedade, Zona Norte do Rio, uma caminhonete entra na contramão, motos seguem pela calçada, um homem se espreme para não ser atropelado.
Os baloeiros não respeitam nenhuma lei para conseguir o que querem.

Onde estão os agentes governamentais para prevenirem essa incontinência pública?

Os motoqueiros nem usam capacete e cobriram a placa da moto com um plástico. Tudo para resgatar o balão que vai caindo em uma rua residencial, no que era para ser uma tranquila manhã de sábado.

Carros e motos vindos de todos os lados fecham a rua. O bando dispara atrás do balão. De repente, três estranhos estão em pé no muro, gritando por causa de um balão.

A rua fica cada vez mais
cheia. De repente, o balão pega fogo em cima da rede elétrica. Por sorte, os fios não incendiaram e nem aconteceu um curto circuito. Os baloeiros continuam a disputa para ver quem leva os restos para casa, só que o terror ainda não acabou. Outro grupo invade casas para tentar pegar a bandeira do balão que caiu no telhado. Eles não conseguem o que querem e para descer se penduram na área de serviço da casa.

Terror?

Os baloeiros ou aqueles que tentam resgatar balão são terroristas?
Esta é uma acusação que deve ser provada pelos autores da denúncia.

O Fantástico flagra mais uma invasão, agora em Osvaldo Cruz, também na Zona Norte carioca. O baloeiro sobe na varanda de uma casa, enquanto o resto da quadrilha espera o balão cair. O morador assiste a tudo pela janela, sem poder enfrentar a fúria incendiária. Toda essa ação criminosa começou horas antes.

Resto da quadrilha? Fúria incendiária?
Quais os danos, os incêndios provocados e de suas autorias?


É sempre de madrugada que baloeiros preparam os balões. Em um campo cercado de matas, no subúrbio do Rio, um balão de 20 metros de altura voa carregando muitos fogos de artifício.

Os baloeiros são exibidos. Divulgam as imagens na internet, inclusive quando os
fogos explodem, colocando em risco quem está no chão. E também usam a rede para vender balões. Mas existem vendedores nas ruas, como um flagrado na manhã deste sábado (2) pelo Fantástico. Ele vende rifas, e o vencedor leva o balão.


Os fogos de artifícil são pirotecnia segura, pois estão regulamentados e quando geram tragédias os autores são processados.
Por que não legalizar e regulamentar o balão – balão junino?
É arte, folclore e cultura da gente brasileira.
Hoje, no Brasil luta-se pela legalização de todas as práticas e negam o balão junino?
E As Salvaguardas Do Patrimônio Cultural Imaterial, tratado da UNESCO, do qual o Brasil é signatário?


Fantástico: Quanto é que está rifa?
Vendedor: Já foi.
Fantástico: Tudo?
Vendedor: Já. Aqui o meu balão é "premium". É o melhor do mundo.
Fantástico: Para vender não tem?
Vendedor: Tem do pequeno. Isso aqui é papel 18 gramas.

A
lei de crimes ambientais é clara: é proibido fabricar, vender, transportar ou soltar balões que possam provocar incêndios, não importa onde. A pena chega a três anos de prisão, mas o criminoso também pode simplesmente pagar multa. Mas, para os baloeiros, é como se a lei não existisse.

A criminalização do balão foi um erro. O Art. 42 da Lei 9.605 é injusto, inconveniente, causa confusão e, acima de tudo, contraria o que está prescrito na Constituição Brasileira, portanto não se ajusta ao ordenamento jurídico brasileiro.


Uma feira de balões acontece todos os sábados pela manhã no mesmo local.

O Fantástico mostrou as imagens ao
comandante do Batalhão Florestal do Rio. Ele diz que combater os baloeiros é difícil. “Feiras de balão eu desconhecia. Mas toda vez que conseguimos denúncias, a gente constata, prende. E locais que já temos como costumeiro, fazemos o patrulhamento. Agora, são itinerantes, nem sempre estão nos mesmos locais. É um crime difícil de ser combatido”, afirma André Vidal.

Muito sensato, mas o Comandante deve estar atento à violência da atuação de alguns dos seus policiais.
BALOEIRO NÃO É BANDIDO... BALOEIRO É TRABALHADOR... BALOEIRO É PAI DE FAMILIA... BALOEIRO É UM ARTISTA DO PAPEL.
BALOEIRO É CULTOR DAS TRADIÇÕES DAS FESTAS JUNINAS!

Na outra ponta da
atividade criminosa, estão as gangues especializadas na recuperação dos balões quando eles caem.

Por que a linguagem suja?

Atividade criminosa e gangues?

Esse é o jornalismo que reconhece a cultura dos brasileiros?

As Organizações GLOBO afirmam:  

(n) As Organizações Globo são entusiastas do Brasil, de sua diversidade, de sua cultura e de seu povo, tema principal de seus veículos. Isso em nenhuma hipótese abrirá espaço para a xenofobia ou desdém em relação a outros povos e culturas”...


Na Taquara, Zona Oeste do Rio, um balão cai no telhado de uma casa, antes das 8h de um sábado. Os baloeiros invadiram o condomínio e foram para o telhado. Não desistem nem mesmo depois que o balão pega fogo. Querem um pedaço da bandeira, que ficou preso na grade da casa, e que acaba pegando fogo também.

Quando o morador foi ver o que está acontecendo, os baloeiros já estavam na rua disputando o outro pedaço da bandeira. Fumegando, no telhado, ficou o resto da bucha, também chamada de tocha em outras regiões do país.

“Estava dormindo com o meu filho. Acordei com a gritaria, um movimento na rua, um falatório, quando ouvi o pessoal gritando 'vai cair, vai cair'. Levantei correndo, minha mãe estava assustada com a gritaria também. Ainda fui apagar fogo em cima do telhado”, conta o auxiliar administrativo Rafael Oliveira.

Para entrar no condomínio,
a quadrilha fez ameaças. “Tinha um montão deles, mais de 100 atrás do balão. Eles entraram e fizeram esse ‘fuzuê’ todo dentro do condomínio. Chegaram a mostrar a arma. Dois deles chegaram a mostrar a arma”, conta uma testemunha.


Arma?

A lei brasileira define sobe essa questão.


As caçadas não ficam só em terra.
As gangues usam lanchas para recuperar os balões que vão cair no mar. Na Baía de Guanabara, os barcos perseguem balões que passam próximos ao Aeroporto Santos Dumont.

São voluntários...
Outra modalidade que pode ser regulamentada e praticada de acordo com o interesse público.


De acordo com o artigo 261 do Código Penal, é crime colocar em perigo embarcação ou aeronave e impedir qualquer tipo de navegação. A pena chega a cinco anos de cadeia. “Esses balões, uma vez que são soltos, não se tem o controle o quanto eles sobem, para onde eles vão. Então, eles se tornam pedras no caminho das aeronaves”, afirma Luiz Cláudio Bastos, do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Quais serão as próximas vítimas da potencialidade destruidora dos balões?

Do lado de fora da Baía de Guanabara, a equipe de reportagem flagra o momento em que três barcos cercam o balão. Um deles colocou o balão dentro da embarcação. Eles usam bambus em volta do barco, para poder descer o balão sem danificar.
O Fantástico mostra também o que acontece quando um balão, mesmo apagado, cai na rede elétrica. E nossa câmera especial, capaz de medir a temperatura do fogo, mostra do que uma bucha é capaz.

Fomos ao setor de treinamento de uma empresa de energia elétrica do Rio, acompanhados pelo Corpo de Bombeiros. A câmera mede o calor produzido pela bucha de um balão, uma bucha relativamente pequena.
O coronel Marco Albino Pereira, do Corpo de Bombeiros, vê as imagens e afirma que, no local onde pega fogo, a bucha chega a registrar 800°C. “Acima do ponto de fusão do alumínio, que é 620°C. Esse calor derrete alumínio”.


Uma afirmação duvidosa que não é confirmada pela técnica de confecção e soltura do balão.


Vem crescendo no Brasil um movimento que incentiva a soltura de balões supostamente ‘ecológicos’. Eles não têm buchas. São inflados com ar quente e o calor do sol ajuda a mantê-los no ar. Mas, se caírem em uma rede elétrica, o estrago é o mesmo.
O Fantástico faz uma simulação: técnicos soltam o balão, que está preso a uma cordinha. O balão bate na fiação, saem faíscas e ouve-se um estouro. “Há um curto-circuito. Esse curto circuito é capaz de romper os cabos. E ao romper os cabos a falta de energia é imediata”, afirma José Hilário Portes, superintendente de Operação e Manutenção de Redes.

Não é movimento e, sim, a utilização da térmica solar, fonte de calor, para a propulsão do balão - balão junino.
O baloeiro desenvolve há algum tempo a técnica do aproveitamento do raio solar para manter o ar quente no interior do balão.

De fato, vocês são inventivos em simulação... Igual a simulação apresentada no fantástico de... para acursar um balão da explosão do paiol da Marinha, na Ilha do Governador, fato ocorrido em 16 de julho de 1995, lembram?
Simularam um balão enlenternado descendo sobre os paióis da Marinha e atribuíram aos baloeiros a causa daquela tragédia.

"a partir dos Anos 80, para formar opinião pública contra os balões ( balões juninos) e seus artífices, atribuiu à queda de balão muitas tragédias ocorridas no Rio de Janeiro. As mais lembradas: explosão do paiol da Marinha, na Ilha do Governador; incêndio na SUIPA; incêndio na comunidade do Rio das Pedras; incêndio na caixotaria do CEASA; incêndio na comunidade DONA MARTA".
Extraído da Cartilha do Balão.
Meus olhos veem, meus ouvidos ouvem e minha memória guarda.


Se o balão sem bucha cai sobre um transformador, os danos são ainda maiores. “Nos últimos três anos, em torno de 40 ocorrências nessas redes urbanas, deixando em média em torno de 80 mil clientes sem energia”, aponta José Portes.

Os baloeiros alegam que os balões ecológicos, como não carregam fogo, estão dentro da lei,
mas a Aeronáutica diz que não. “Esses balões são ecológicos sob o ponto de vista de não carregaram fogo, mas eu diria que eles não são ecológicos, porque eles poluem os céus e podem vir a derrubar uma aeronave”, declara Luiz Cláudio Bastos.


Ora criminosos, ora baloeiros...
Afinal, são criminosos ou são baloeiros?
Quanto ao afirmado é pura fantasia ou imaginação fértil, pois não há exemplo na história da aviação para confirmar esta probabilidade.

Mesmo assim, na manhã deste domingo (3), um festival de balões sem bucha foi realizado em Itapecerica da Serra, Grande São Paulo, com conhecimento da Polícia Militar. Cabe à polícia reprimir ações criminosas e, segundo o Código Penal, é proibido colocar em perigo embarcação ou aeronave.

É uma afirmação que a historia da aviação não confirma.
Uma falha que não pode justificar toda a virulência de linguagem sobre a prática universal do balão, no Brasil.
Só falta dizer que o balão poderá acabar com o Planeta Terra.
Tentar jogar a polícia contra os baloeiros é uma forma leviana de evitar a discussão do problema. Veja o que diz a Constituição de 1988:

Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”.

Obs. O grifo é do autor.

Em nota, a PM de São Paulo diz que foi ao evento para preservar a ordem pública. E, por telefone, a assessoria de comunicação disse que quem deve fiscalizar o espaço aéreo é a Aeronáutica.

Nota 10 para a Polícia Militar de São Paulo.

O Serviço de Proteção ao Voo de São Paulo informa que foi avisado sobre o festival na sexta-feira (1) e só depois do expediente, e que precisaria de, no mínimo, 12 dias para avaliar os possíveis riscos ao tráfego aéreo. E para o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, festivais como esse não podem ser realizados.
“Os balões que não levam pessoas são crime. Com esses, não há como pedir autorização para executar uma atividade criminosa”, alerta Luiz Cláudio Bastos.

Com ou sem bucha, a caçada aos balões continua. Na Pavuna, Zona Norte do Rio, um bando ignora o aviso de que a entrada é só dos moradores e invade mais um condomínio.

Em Jacarepaguá, na Zona Oeste, dá para entender por que esses crimes continuam sendo cometidos. Vários pais levam os filhos à soltura de um balão. Um pai chega a deixar o filho pequeno segurar a corda que prende o balão.
O pai que hoje diz ao filho que isso é bonito pode estar formando mais um baloeiro.

Quem sabe para livrá-lo de ser, no futuro, um malfeitor?
Ou malversor do dinheiro público?


E neste domingo (3), a polícia prendeu duas pessoas no Rio que se preparavam para soltar mais três balões. Com eles, os policiais encontraram três maçaricos e material para a fabricação ilegal.

Um outro balão também chamou a atenção da polícia por causa do formato e do lugar onde ele caiu. O balão de 9 metros de altura foi parar dentro do Batalhão de Polícia de Choque do Rio de Janeiro.

De acordo com policiais que testemunharam a queda, eram 8h30 quando o balão gigante caiu no quartel da PM. Não houve danos ao prédio.
E o balão tinha pintada a marca do Batman, que era a marca usada pelo ex-policial militar Ricardo Teixeira da Cruz para identificar um grupo de milícia que chefiava e que agia na Zona Oeste do Rio. Ricardo Cruz cumpre pena de 12 anos de cadeia.

Mentira!
Ilação maldosa de algum repórter para depreciar o baloeiro.


Agora, a polícia diz que quer descobrir quem soltou o balão. Os responsáveis vão responder por crime ambiental.
Será mais simples quando o balão for regulamentado.

        Obs. O negrito é nosso.

     

Humberto Pinto Cel

terça-feira, 5 de junho de 2012

HARMONIA




Paz social





Antônio ia se casar
Mas Pedro fugiu com a noiva
Na hora de ir pro altar"!


'Tamos juntos

 

        Humberto Pinto Cel





VIOLÊNCIA 3






Violência é um fenômeno explícito de degeneração do viver

        A violência coletiva ou política acontece quando fazem do instrumento da Lei um fator indutor da violência.

O fato:
30/05/2012 18h23 - Atualizado em 31/05/2012 07h20

Homem é preso por fabricar balões dentro de casa no RJ


Ainda, sobre a postagem VIOLÊNCIA, de 31mai2012.

Enviado por:

Nome da Turma: paquera rio
Seu Nome: Monteiro
Tempo de Existência: desde do tempo da farinha de trigo
Assunto: prisão de baloeiro
Cidade: ex Guanabara
Estado: rj
E-mail:
anny_byano@yahoo.com.br
Mensagem: bem amigos da arte, começou a temporada de caça aos artistas do papel no Rio, hoje(31/05) a rede bobo (rj tv ) e recopia (balanço geral) noticiaram a prisão de um artesão em sua residencia onde foram encontrados uma fabrica de balões, idiotas em fabrica tem que se ter maquinas nós usamos as mãos e a inteligencia coisa que vocês imbecis não têm, daqui a pouco vão nos chamar de bandidos, quadrilheiros e incendiários bandidos e quadrilheiros são esse políticos sem vergonha que roubam o erário publico para se divertirem com o nosso dinheiro em festinhas em hotel de luxo em Paris, porque não se investigam e prendem esses malditos que roubam o nosso dinheiro e deixam as pessoas morrerem em porta de hospital, as crianças sem uma educação adequada? Não prendem porque esses desgraçados tem a impunidade pra roubar e rirem da nossa cara, enquanto eu o joão ninguém pode ser preso, por ser artista do papel. Nós temos culpa, pois nós os baloeiros ajudamos a eleger essa corja de bandidos, nós é que damos audiência as redes de TV, temos que tomar vergonha na cara e irmos a luta, contra este bando de usurpadores. Tem gente que reclama do regime militar , pelo menos soltava-mos nossos balões em paz, essa falsa democracia onde nós trabalhadores somos chamados de bandidos e não temos voz, um dia isso acaba, bando de ratos prendam-se vocês mesmo seus canalhas, pois nós somos honestos e cumpridores dos nossos deveres. Não aceito ser taxado de fabricante de balões, pois não sou, seus imbecis.
Ha, para o apresentador da recopia, que disse paras os baloeiros pegarem as buchas e colocarem no c... canto da garagem, quantos projetos de lei o senhor criou em todo esse tempo na assembleia legislativa, embolsando dinheiro do povo? Muitos baloeiros e seus familiares votaram em você, nos aguardem na próxima eleição senhor !!!!!
Bem amigos , desculpe pelas minhas palavras, mas a indignação e muito grande, abraços e vamos em frente , que o enterro segue.
Obs. O negrito é do blog.


 


        Humberto Pinto Cel

segunda-feira, 4 de junho de 2012

JORNALISMO ELUCIDATIVO




3jun2012



        Humberto Pinto Cel

CORREÇÃO NECESSÁRIA




As Organizações GLOBO afirmam:

(n) As Organizações Globo são entusiastas do Brasil, de sua diversidade, de sua cultura e de seu povo, tema principal de seus veículos. Isso em nenhuma hipótese abrirá espaço para a xenofobia ou desdém em relação a outros povos e culturas”...


Itapecerica da Serra . 3jun2012
 4º. Festival de balão . fonte térmica solar  




        É evidente que o balão – balão junino - é um fato social relevante. A prova disso é o destaque que as Organizações Globo dão às situações dele derivadas.

        Uma tradição de mais de trezentos anos, que se mantém ligada ao ritual das Festas Juninas é imprescritível.

        A magia e a beleza aliada aos recursos da tecnologia moderna – aprimoramento da fonte térmica auto-extinguível e a utilização da térmica solar - tornam sua prática mais sofisticada e segura, compatível com as qualidades mais exigente da nossa gente, mas algumas das suas variantes devem estar ajustadas aos desafios dos tempos atuais.

        A criminalização do balão foi um erro. O Art. 42 da Lei 9.605 é injusto, inconveniente, causa confusão e, acima de tudo, contraria o que está prescrito na Constituição Brasileira.

        O programa do Fantástico de ontem, 3 de junho de 2012, apresenta um aspecto dessa falha. Aborda com precisão, guardados os exageros do sensacionalismo, da linguagem enganosa, das acusações levianas, das insinuações maldosas, das infâmias, o que deve ser considerado de proveito na intenção educativa.

        As coisas do povo não podem ser olvidadas e o Estado Brasileiro é bem cioso dessa defesa. A Constituição de 1988 protege o cidadão, seus bens e as suas realizações. Das garantias fundamentais à proteção da arte, do folclore e da cultura das pessoas se inserem vários preceitos que devem ser cumpridos.

        Numa sociedade as pessoas desenvolvem suas criatividades.

        Por outro lado, o poder público responsável pela segurança – a incolumidade das pessoas e do seu patrimônio - não pode continuar omisso diante da anomalia, há de corrigir o erro e criar procedimentos capazes de inibir os desarranjos apontados.

        

        Humberto Pinto Cel


sábado, 2 de junho de 2012

PAZ SOCIAL




FESTA DE SANTO ANTÔNIO




1 de junho de 2012

19:00h: Missa Solene com Dom Roberto Lopes;

Após a Missa: Jantar dançante; e

Exposição de balões



  

  

  

        Para cada um fazer o seu próprio juízo.       


Carlos Eduardo
08:40 (5 minutos atrás)

Padre Aldo, sou morador do bairro do Cachambi e tive o primeiro prazer da minha vida batizando meus 2 filhos em sua igreja, quando fui informado sobre o evento realizado em sua igreja e com o seu total apoio percebi que a escolha de batiza-los na igreja de Sto. Antônio foi perfeita porque sou baloeiro, fiquei sem palavras quando soube do evento com balões na igrejinha de Sto Antonio, e claro um pouco temoroso sobre qual seria a repercussão dos fiéis da igreja, isso porque sou conhecedor dos preconceitos de pessoas alheias que julgam a arte do balão sem ter o conhecimento necessário para tal. O Senhor padre Aldo, com toda a sua religiosidade e atitude de um brasileiro de valor mostrou que paradigmas são para serem quebrados, sou morador da Rua Honório e pude ter o prazer de ver famílias reunidas em sua igreja apreciando e apoiando a arte eterna que é um balão, vi também as crianças brincando ao redor dos balões e meio que perplexos à beleza que emanava dos mesmos, as festas juninas e os balões  sempre tiveram emaranhados nas raízes da Igreja, os santos do mês Junino sempre são homenageados pelos Baloeiros, então porque não ter como palco
deste evento uma igreja símbolo para o balão. Acredito que essa foi a sua ideia quando decidiu apoiar a exposição de balões na Igreja.

Padre Aldo, sem mais delongas, fica aqui o meu agradecimento pela sua atitude honrosa e sua liderança no bairro apoiando esta causa, e para mim foi um imenso prazer visitar a igreja a qual voltarei com toda a minha família.


MUITO OBRIGADO !!!!!!!!!!!!!! PADRE ALDO !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Att.
Dinho Embalo RJ

        Humberto Pinto Cel

sexta-feira, 1 de junho de 2012

VIOLÊNCIA 2




Balão Junino, o Antídoto da Violência





"Bom dia, Padre Aldo! Gostaria de parabenizá-lo e agradecê-lo pela coragem em quebrar preconceitos e por descriminalizar a nossa arte. O balão sem fogo é legalmente permitido. E o balão é pratrimônio da igreja. Está ligado diretamente aos Santos. Ontem, mesmo com as condições climáticas adversas, foi muito lindo. O público recebeu o balão sem fogo junino de forma muito carinhosa. Famílias tirando fotos ao lado do balão, pessoas tocando o balão para comprovar se era de papel mesmo... Padre Aldo, em nome de todos os baloeiros de coração e de verdade do Brasil, segue o nosso MUITO OBRIGADO. E, se Deus nos permitir, hoje a nossa festa será ainda mais linda". 
Ronaldo (Membro organizador da exposição de balões sem fogo) 





"Parabéns, lindo e muito emocionante!!!!
Quando eu estava indo embora o padre veio falar comigo, ele estava muito feliz e me agradeceu muito e lamentou pelo vento. Eu respondi com a seguinte frase:

Padre, o senhor ter aberto as portas da igreja para nós supera qualquer dificulade climática. Nós é que te agradecemos!!!
 
Essa atitude do padre foi tão corajosa, tão honrosa para nós, vencer todo o preconceito imposto pela mídia, se sobrepor a todas as pessoas negativas que tentaram sabotar o evento em cima da hora. 
Reflitam que muitos de nós temos dificuldades de vencer o preconceito dentro de nossas casas, com nossos familiares que nos discriminam, pessoas que nos amam e sabem do nosso amor pelo balão e mesmo assim nos criticam e nos magoam. E o padre que nunca colou um papel, nunca sentiu a angustia que nós sentimos, sem nem conhecer a maioria de nós nos acolheu. Esse é o termo certo. Nos acolheu como se acolhe um filho, acolheu nossa causa, nossa luta. 
Eu acho que o padre devia receber um título de HONRA AO MÉRITO  e mais, devia ser proclamado o padre dos baloeiros. 
Esse dia deve entrar para história. Dia 31 de maio, dia do Padre Aldo o padre dos baloeiros. 
Ele merece ser eternizado"!
Luciano


"Bom Tarde Padre Aldo.
Gostaria de parabenizar pela grande atitude em apoiar e autorizar a exposição de balões sem fogo nesta importantíssima paróquia.
Todos os baloeiros de verdade estamos muito orgulhosos pela sua honrosa atitude em permitir a exposição dos balões e c/ certeza será uma grande exposição, com isso poderemos mostrar a comunidade que o balão não é este bicho papão que a mídia o impos.
Como o Senhor observou e irá observar ao longo da exposição, é um frágil objeto que para nós siguinifica muita coisa, os balões fazem parte da cultura do nosso povo e sempre esteve presente nas igrejas c/ a comemoração dos Santos juninos. 
O balão não é simplesmente papel e cola c/ muitos acham, é uma verdadeira obra de arte e envolve muito trabalho, dedicação e principalmente o amor, ele consegue agregar as famílias e muitos amigos e não tem idade e é do BEM. Uma tradição milenar que é praticada em vários países e os balões sem fogo vieram para revolucionar a prática e a manutenção da arte, são totalmente ecológicos e não oferecem risco algum tanto à natureza como à sociedade.

Obrigado por tudo". 

Abraços
Alex


Viva Santo Antônio!




        Humberto Pinto Cel