sexta-feira, 12 de agosto de 2011

OGLOBO: UM JORNALISMO DE VERDADE... (5)






OS ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE QUALIDADE


A correção

Correção é aquilo que dá credibilidade ao trabalho jornalístico: nada mais danoso para a reputação de um veículo do que uma reportagem errada ou uma análise feita a partir de dados equivocados. O compromisso com o acerto deve ser, portanto, inabalável em todos os veículos das Organizações Globo. É evidente que, depois de tudo o que aqui já foi dito sobre o conceito de “verdade”, não é demais dizer que estar correto é procurar descrever e analisar os fatos da maneira mais acurada, dadas as circunstâncias do momento. Nesse sentido, a correção é um processo, uma construção que vai se dando dia após dia. O jornalista investiga os fatos, pouco a pouco, e vai montando um quebra-cabeça. O retrato final estará ainda incompleto, à espera da História, mas terá de ser já, necessariamente, uma silhueta com contornos visíveis. Não há fórmula, e nem jamais haverá, que torne o jornalismo imune a erros, porém. Quando eles acontecem, é obrigação do veículo corrigi-los de maneira transparente, sem subterfúgios, num movimento que é ele próprio essencial à busca da informação correta. Um dos mecanismos que mais contribuem no controle de qualidade posterior à publicação das informações é a reação do público. É essencial, portanto, que todos os veículos das Organizações Globo tenham, cada um à sua maneira, estruturas que recebam amplamente as observações do público, críticas ou elogiosas, para processá-las, entendê-las e dar seguimento a elas...


            Comento:

        No dia em que o jornalismo brasileiro se der conta dos termos do texto acima formulado e realizar, na prática, o que nele está previsto, por certo estaremos vivendo a Democracia no Brasil e a imprensa brasileira terá recuperado o apreço das pessoas.

        Leia o que disse recentemente ao ALERTA TOTAL em face campanha da mídia viciada contra o balão junino e os baloeiros, desde 1980 e agravada a partir de 1998.


        Humberto Pinto Cel




quinta-feira, 11 de agosto de 2011

OGLOBO: UM JORNALISMO DE VERDADE... (4)



OS ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE QUALIDADE

 

Ainda sobre isenção destacamos:

Certos princípios...

k) As Organizações Globo repudiam todas as formas de preconceito, e seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos;

l) As Organizações Globo são independentes de governos, e os seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos;

m) As Organizações Globo são independentes de grupos econômicos, e os seus veículos devem se esforçar para assim ser percebidos. Por esse motivo, as decisões editoriais sobre reportagens envolvendo anunciantes serão tomadas a partir dos mesmos critérios usados em relação aos que não sejam anunciantes;

n) As Organizações Globo são entusiastas do Brasil, de sua diversidade, de sua cultura e de seu povo, tema principal de seus veículos. Isso em nenhuma hipótese abrirá espaço para a xenofobia ou desdém em relação a outros povos e culturas;



         Comento:

         Buscar a verdade pode ser uma utopia, mas dizer a verdade deve ser exeqüível e é virtuoso. Logo, acredita-se na sinceridade das afirmações acima e devo acreditar que o balão – balão junino – ícone das nossas Festas Juninas, passa de vilão a herói, está reconhecido como arte, folclore e cultura da nossa gente e que as Org. Globo pelos seus veículos de informação assim procederão, de acordo com o que afirmam.

        Agora é aguardar o uso da linguagem pelos apresentadores do seu jornalismo.



"Se pudesse fazer com que todos tivessem novas razões para apreciar seus deveres, seu príncipe, sua pátria, suas leis, que pudessem melhor sentir sua felicidade em cada país, em cada governo, em cada posto em que nos encontramos, acreditar-me-ia o mais feliz dos mortais.
Se pudesse fazer com que os que comandam aumentassem seu conhecimento sobre o que devem prescrever e os que obedecem encontrassem um novo prazer em obedecer, acreditar-me-ia o mais feliz dos mortais.
Acreditar-me-ia o mais feliz dos mortais se pudesse fazer com que os homens se pudessem curar de seus preconceitos.  Entendo por preconceito, não o que faz com que ignoremos certas coisas mas o que faz com que ignoremos a nós próprios."

Montesquieu (1689, 1755)



        Humberto Pinto Cel


Em tempo:

Turma: paquera rio
Integrante: monteiro
Tempo de Existencia: antes dos festivais do zeca
Assunto: GLOBO
Cidade: ex guanabara atual rj
Estado: rio de janeiro
Recado: No sabado as organizações globo divulgou um documento em todos os seus meios de comunicação no rio, em que diz que o jornalismo  de qualidade pauta, pela: isenção, correção e agilidade, agora pasmem, na segunda feira assistindo o jornal hoje, ouço a seguinte noticia, balão incendeia fabrica de alcool no parana, pergunto, onde esta a isenção e correção divulgado no tal documento ? querem enganar a quem com esta farsa? todo incendio neste pais é atribuido ao balão, p. ja estou de saco cheio desta m. e não ter como me defender. Enquanto isso em portugal o balão e defendido em escolas e solto livremente, vou parar de beber, juntar dinheiro e tentar me mudar pra qualquer lugar onde não tenho a rede nojo. parabens ao pessoal da s.a.b. e da nasa rio que nos representa com sua arte no mexico, valeu! isenção, correção, me engana , mais eu não gosto.
segue o enterro!


Email extraído do Planeta Balão, em 11ago2011

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

OGLOBO: UM JORNALISMO DE VERDADE... (3)

 

OS ATRIBUTOS DA INFORMAÇÃO DE QUALIDADE

Para que o jornalismo produza conhecimento, que princípios deve seguir? O trabalho jornalístico tem de ser feito buscando-se isenção, correção e agilidade. Porque só tem valor a informação jornalística que seja isenta, correta e prestada com rapidez, os seus três atributos de qualidade.

1) A isenção:

Isenção é a palavra-chave em jornalismo. E tão problemática quanto “verdade”. Sem isenção, a informação fica enviesada, viciada, perde qualidade. Diante, porém, da pergunta eterna – é possível ter 100% de isenção? – a resposta é um simples não. Assim como a verdade é inexaurível, é impossível que alguém possa se despir totalmente do seu subjetivismo. Isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção. É possível, desde que haja um esforço consciente do veículo e de seus profissionais para que isso aconteça. E que certos princípios sejam seguidos.


        Comento:

“Para que o jornalismo produza conhecimento, que princípios deve seguir? O trabalho jornalístico tem de ser feito buscando-se isenção, correção e agilidade. Porque só tem valor a informação jornalística que seja isenta, correta e prestada com rapidez, os seus três atributos de qualidade”.

        Conhecimento é ato ou efeito de conhecer. O jornalismo não produz conhecimento, ele trabalha o acontecimento: “aconteceu, virou notícia”. O jornalismo elabora e divulga a notícia originária de fato ou de pessoa, para outras pessoas, o chamado público geral. Em tese o jornalismo conhece primeiro, elabora de acordo com certos princípios e divulga o conhecimento. Importante observar que a notícia é recebida por pessoas de idades e aptidões diferentes.

        Com o advento da Internet o jornalismo empresarial perde o monopólio da informação, pois a web permite a cada um conhecer e divulgar o fato e pessoa que possam ser notícia, no momento.


1) A isenção:

Isenção é a palavra-chave em jornalismo. E tão problemática quanto “verdade”. Sem isenção, a informação fica enviesada, viciada, perde qualidade. Diante, porém, da pergunta eterna – é possível ter 100% de isenção? – a resposta é um simples não. Assim como a verdade é inexaurível, é impossível que alguém possa se despir totalmente do seu subjetivismo. Isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção. É possível, desde que haja um esforço consciente do veículo e de seus profissionais para que isso aconteça. E que certos princípios sejam seguidos”.

        O que é a informação isenta?

       A isenção é um ato de reação, condicionado a personalidade e ao caráter, que se exime de fato ou de pessoa. Ser imparcial diante da controvérsia. Assim a informação isenta pode ser aquela produzida sem tendência para um lado ou para outro lado, para reflexão de outros na formação dos seus juízos. No profissional do jornalismo é um ideal.

“Sem isenção, a informação fica enviesada, viciada, perde qualidade”.

        Essa tem sido a tendência da mídia viciada (político-ideológica) na obstinada perseguição ao balão – balão junino - prática fundada na arte, no folclore e na cultura da nossa gente, garantida por princípios prescritos na Constituição da Republica Federativa do Brasil (Art. 5, incisos: IV e IX e Art. 215 e 216).

        Sim, a isenção pode ser atingida:

 “isso não quer dizer, contudo, que seja impossível atingir um grau bastante elevado de isenção. É possível, desde que haja um esforço consciente do veículo e de seus profissionais para que isso aconteça. E que certos princípios sejam seguidos”,

        Em outras palavras: desde que o profissional que faz a notícia seja isento e não esteja atrelado a qualquer outro interesse prejudicial à imparcialidade.


isenção
i.sen.ção
sf (lat exemptione) 1 Ato de eximir. 2 Ato de esquivar-se. 3 Altivez. 4 Privação, renúncia. 5 Abnegação. 6 Nobreza de caráter. 7 Estado ou condição do que é isento


Humberto Pinto Cel



terça-feira, 9 de agosto de 2011

OGLOBO: UM JORNALISMO DE VERDADE... (2)





BREVE DEFINIÇÃO DE JORNALISMO


De todas as definições possíveis de jornalismo, a que as Organizações Globo adotam é esta: jornalismo é o conjunto de atividades que, seguindo certas regras e princípios, produz um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas. Qualquer fato e qualquer pessoa: uma crise política grave, decisões governamentais com grande impacto na sociedade, uma guerra, uma descoberta científica, um desastre ambiental, mas também a narrativa de um atropelamento numa esquina movimentada, o surgimento de um buraco na rua, a descrição de um assalto à loja da esquina, um casamento real na Europa, as novas regras para a declaração do Imposto de Renda ou mesmo a biografia das celebridades instantâneas. O jornalismo é aquela atividade que permite um primeiro conhecimento de todos esses fenômenos, os complexos e os simples, com um grau aceitável de fidedignidade e correção, levando-se em conta o momento e as circunstâncias em que ocorrem. É, portanto, uma forma de apreensão da realidade.
Antes, costumava-se dizer que o jornalismo era a busca pela verdade dos fatos. Com a popularização confusa de uma discussão que remonta ao surgimento da filosofia (existe uma verdade e, se existe, é possível alcançá-la?), essa definição clássica passou a ser vítima de toda sorte de mal-entendidos. A simplificação chegou a tal ponto que, hoje, não é raro ouvir que, não existindo nem verdade nem objetividade, o jornalismo como busca da verdade não passa de uma utopia. É um entendimento equivocado. Não se trata aqui de enveredar por uma discussão sem fim, mas a tradição filosófica mais densa dirá que a verdade pode ser inesgotável, inalcançável em sua plenitude, mas existe; e que, se a objetividade total certamente não é possível, há técnicas que permitem ao homem, na busca pelo conhecimento, minimizar a graus aceitáveis o subjetivismo.
É para contornar essa simplificação em torno da “verdade” que se opta aqui por definir o jornalismo como uma atividade que produz conhecimento. Um conhecimento que será constantemente aprofundado, primeiro pelo próprio jornalismo, em reportagens analíticas de maior fôlego, e, depois, pelas ciências sociais, em especial pela História. Quando uma crise política eclode, por exemplo, o entendimento que se tem dela é superficial, mas ele vai se adensando ao longo do tempo, com fatos que vão sendo descobertos, investigações que vão sendo feitas, personagens que resolvem falar. A crise só será mais bem entendida, porém, e jamais totalmente, anos depois, quando trabalhada por historiadores, com o estudo de documentos inacessíveis no momento em que ela surgiu. Dizer, portanto, que o jornalismo produz conhecimento, um primeiro conhecimento, é o mesmo que dizer que busca a verdade dos fatos, mas traduz com mais humildade o caráter da atividade. E evita confusões.
Dito isso, fica mais fácil dar um passo adiante. Pratica jornalismo todo veículo cujo propósito central seja conhecer, produzir conhecimento, informar. O veículo cujo objetivo central seja convencer, atrair adeptos, defender uma causa, faz propaganda. Um está na órbita do conhecimento; o outro, da luta político-ideológica. Um jornal de um partido político, por exemplo, não deixa de ser um jornal, mas não pratica jornalismo, não como aqui definido: noticia os fatos, analisa-os, opina, mas sempre por um prisma, sempre com um viés, o viés do partido. E sempre com um propósito: o de conquistar seguidores. Faz propaganda. Algo bem diverso de um jornal generalista de informação: este noticia os fatos, analisa-os, opina, mas com a intenção consciente de não ter um viés, de tentar traduzir a realidade, no limite das possibilidades, livre de prismas. Produz conhecimento. As Organizações Globo terão sempre e apenas veículos cujo propósito seja conhecer, produzir conhecimento, informar.
É claro que um jornal impresso, uma revista, um telejornal, um noticiário de rádio e um site noticioso na internet podem ter diversas seções e abrigam muitos gêneros: o noticiário propriamente dito, os editoriais com a opinião do veículo, análises de especialistas, artigos opinativos de colaboradores, cronistas, críticos. E é igualmente evidente que a opinião do veículo vê a realidade sob o prisma das crenças e valores do próprio veículo. Da mesma forma, um cronista comentará a realidade impregnado de seu subjetivismo, assim como os articulistas convidados a fazer as análises. Livre de prismas e de vieses, pelo menos em intenção, restará apenas o noticiário. Mas, se de fato o objetivo do veículo for conhecer, informar, haverá um esforço consciente para que a sua opinião seja contradita por outras e para que haja cronistas, articulistas e analistas de várias tendências.
Em resumo, portanto, jornalismo é uma atividade cujo propósito central é produzir um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas.

        Vamos por partes:

1. “De todas as definições possíveis de jornalismo, a que as Organizações Globo adotam é esta: jornalismo é o conjunto de atividades que, seguindo certas regras e princípios, produz um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas”.

         Comento:

       Sim, jornalismo é o conjunto de atividades que, seguindo certas regras e princípios, produz um primeiro conhecimento sobre fatos e pessoas.

2. “O jornalismo é aquela atividade que permite um primeiro conhecimento de todos esses fenômenos, os complexos e os simples, com um grau aceitável de fidedignidade e correção, levando-se em conta o momento e as circunstâncias em que ocorrem. É, portanto, uma forma de apreensão da realidade”.

        Comento:

       Esse cuidado, grau aceitável de fidedignidade e correção, sugere que o jornalismo deve ter o compromisso com a verdade.
       Ora, o fato e a pessoa têm existência real, logo apreensão da realidade parece uma metáfora.


fidedigno
fi.de.dig.no
adj (lat fide+digno) Que é digno de fé, que merece crédito.
realidade
re.a.li.da.de
sf (lat realitate) 1 Qualidade do que é real. 2 Existência real. 3 O que existe realmente. Antôn: ficção, fantasia.

Dic. Michaelis

3. “Antes, costumava-se dizer que o jornalismo era a busca pela verdade dos fatos. Com a popularização confusa de uma discussão que remonta ao surgimento da filosofia (existe uma verdade e, se existe, é possível alcançá-la?), essa definição clássica passou a ser vítima de toda sorte de mal-entendidos. A simplificação chegou a tal ponto que, hoje, não é raro ouvir que, não existindo nem verdade nem objetividade, o jornalismo como busca da verdade não passa de uma utopia. É um entendimento equivocado. Não se trata aqui de enveredar por uma discussão sem fim, mas a tradição filosófica mais densa dirá que a verdade pode ser inesgotável, inalcançável em sua plenitude, mas existe; e que, se a objetividade total certamente não é possível, há técnicas que permitem ao homem, na busca pelo conhecimento, minimizar a graus aceitáveis o subjetivismo”.

        Comento:

        “A busca pela verdade dos fatos” não cabe ao jornalismo, não é seu papel e sim informar o que acontece com um grau aceitável de fidedignidade e correção.  A busca pela verdade dos fatos cabe aos órgãos governamentais de investigação, ou seja, aos órgãos de polícia. O jornalismo para atingir o grau aceitável de fidedignidade e correção deve zelar pela pureza da informação para que distorções não produzam efeitos inconvenientes no imaginário das pessoas.   
        Fato e pessoa existem, são realidades, logo verdades para o jornalismo é a verdade física do fato e da pessoa e não a verdade metafísica de que trata a filosofia.
       Sim, se para o jornalismo a busca da verdade não passa de uma utopia, a compulsão pela fantasia ou mentira, isto é, o poder de enganar, desarranjam as relações sociais.

“Se a objetividade total certamente não é possível, há técnicas que permitem ao homem, na busca pelo conhecimento, minimizar a graus aceitáveis o subjetivismo”.

        O fato e a pessoa não podem estar sujeitos ao subjetivismo porque são realidades e como tal podem e devem ser revelados.

4. “É para contornar essa simplificação em torno da “verdade” que se opta aqui por definir o jornalismo como uma atividade que produz conhecimento”.

        Comento:

       Parece pretensioso definir o jornalismo como uma atividade que produz conhecimento. O jornalismo é a atividade que tem por fim tornar público o que acontece no dia a dia. Os fundamentos do jornalismo são o fato e a pessoa, a ação é informar e o seu alvo é o público. Pela relevância da função social e pela força pedagógica que possui deve estar subordinado à verdade e ao respeito às pessoas.

5. “Dito isso, fica mais fácil dar um passo adiante. Pratica jornalismo todo veículo cujo propósito central seja conhecer, produzir conhecimento, informar. O veículo cujo objetivo central seja convencer, atrair adeptos, defender uma causa, faz propaganda. Um está na órbita do conhecimento; o outro, da luta político-ideológica”... 

...“As Organizações Globo terão sempre e apenas veículos cujo propósito seja conhecer, produzir conhecimento, informar”.


        Comento:

       Coerente. Só resta um voto de confiança. Leia:   




        Humberto Pinto Cel


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

OGLOBO: UM JORNALISMO DE VERDADE...



Extraído do portal de notícias da globo



PRINCÍPIOS EDITORIAIS DAS ORGANIZAÇÕES GLOBO


Breve definição de jornalismo

Seção I: Os atributos da informação de qualidade

  
  1) A isenção
    2) A correção
    3) A agilidade

Seção II: Como o jornalista deve proceder diante das fontes, do público, dos colegas e do veículo para o qual trabalha

 


 Seção III: Os valores cuja defesa é um imperativo do jornalismo

Desde 1925, quando O Globo foi fundado por Irineu Marinho, as empresas jornalísticas das Organizações Globo, comandadas por quase oito décadas por Roberto Marinho, agem de acordo com princípios que as conduziram a posições de grande sucesso: o êxito é decorrência direta do bom jornalismo que praticam. Certamente houve erros, mas a posição de sucesso em que se encontram hoje mostra que os acertos foram em maior número. Tais princípios foram praticados por gerações e gerações de maneira intuitiva, sem que estivessem formalizados ordenadamente num código. Cada uma de nossas redações sempre esteve imbuída deles, e todas puderam, até aqui, se pautar por eles. Por que, então, formalizá-los neste documento?
Com a consolidação da Era Digital, em que o indivíduo isolado tem facilmente acesso a uma audiência potencialmente ampla para divulgar o que quer que seja, nota-se certa confusão entre o que é ou não jornalismo, quem é ou não jornalista, como se deve ou não proceder quando se tem em mente produzir informação de qualidade. A Era Digital é absolutamente bem-vinda, e, mais ainda, essa multidão de indivíduos (isolados ou mesmo em grupo) que utiliza a internet para se comunicar e se expressar livremente. Ao mesmo tempo, porém, ela obriga a que todas as empresas que se dedicam a fazer jornalismo expressem de maneira formal os princípios que seguem cotidianamente. O objetivo é não somente diferenciar-se, mas facilitar o julgamento do público sobre o trabalho dos veículos, permitindo, de forma transparente, que qualquer um verifique se a prática é condizente com a crença. As Organizações Globo, diante dessa necessidade, oferecem ao público o documento “Princípios Editoriais das Organizações Globo”.
É possível que, para a maioria, ele não traga novidades. Se isso acontecer, será algo positivo: um sinal de que a maior parte das pessoas reconhece uma informação de qualidade, mesmo neste mundo em que basta ter um computador conectado à internet para se comunicar.
Desde logo, é preciso esclarecer que não se tratou de elaborar um manual de redação. O que se pretendeu foi explicitar o que é imprescindível ao exercício, com integridade, da prática jornalística, para que, a partir dessa base, os veículos das Organizações Globo possam atualizar ou construir os seus manuais, consideradas as especificidades de cada um. O trabalho tem o preâmbulo “Breve definição de jornalismo” e três seções:

a) Os atributos da informação de qualidade;
b) Como o jornalista deve proceder diante das fontes, do público, dos colegas e do veículo para o qual trabalha;
c) Os valores cuja defesa é um imperativo ao jornalismo.

O documento resultou de muita reflexão, e sua matéria-prima foi a nossa experiência cotidiana de quase nove décadas. Levou em conta os nossos acertos, para que sejam reiterados, mas também os nossos erros, para que seja possível evitá-los. O que nele está escrito é um compromisso com o público, que agora assinamos em nosso nome e de nossos filhos e netos.

Rio de Janeiro, 6 de agosto de 2011
 
Roberto Irineu Marinho
João Roberto Marinho
José Roberto Marinho



Comento:

       A Internet parece ser o novo paradigma.

        Parabéns para as Organizações GLOBO por essa nova maneira de entender o que é jornalismo. Que a prática seja condizente com a crença.


      É DEVER DA MÍDIA INFORMAR BEM O POVO



        Humberto Pinto Cel

ÍNDICE

domingo, 7 de agosto de 2011

REVERTERE AD...



        Na vida – metafísica – como na física: “toda ação provoca uma reação”...


"Toda ação provoca uma reação de igual intensidade, mesma direção e em sentido contrário".



                                     Perigo! Rede Globo! Risco de Dano ao Cérebro!



        Perder o apreço das pessoas não é uma boa, pois o respeito é o elemento necessário para uma relação de amizade (harmonia).

        A empresa de Comunicações deve lembrar-se dessa verdade, pois sua reputação é fundamental para o exercício da sua prosperidade.

        Nas relações humanas nada prospera sem a estima das pessoas.

        A rosa, rainha das flores, tem a preferência pela sutileza da sua forma, pela beleza das suas cores e a suavidade do seu aroma.





        Humberto Pinto Cel




quinta-feira, 4 de agosto de 2011

FESTAS JUNINAS PORTUGAL 2011




Amigos do Balão Sãojoanino.

Segue o nosso Informativo Virtual "Pirilampo" nº. 35
JULHO/2011 
Edição Mensal

Noticias publicadas que podem ler:


O exemplo de Portugal 


        Sempre foi assim e continuará sendo assim...

        Interessante... Você já percebeu que o seu viver deve estar em harmonia com o viver de outras pessoas?

Sim, nós vivemos em sociedade... Temos nossa individualidade, mas estamos interagindo com o próximo, na família e em outros momentos da convivência.


Basta do que não presta!

        Basta de corrupção!   Basta de promiscuidade!   Basta de violência!

        Nossas tradições são imortais




Festas dos Santos Populares/2011 (Stº. António, São João e São Pedro) realizadas em diversas cidades de Portugal e suas tradições. 

Agradecemos a sua divulgação e o envio para todos os vossos amigos que praticam ou simplesmente gostem desta "arte e tradição".

Um abraço.
Francisco Silva (Chico Carioca)
TURMA LUSA DE LISBOA-PORTUGAL
"Balão no céu, alegria na terra."





















        Editado por Francisco Vilela e gentilmente cedido pela Turma Lusa de Lisboa.

        Humberto Pinto Cel